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Ataíde Lemos
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    A AMB e o Programa Mais médico
 
Ontem (10/03/2014) assisti o Roda Vida, programa da TV Cultura que vai ao ar todos as segundas-feiras, o entrevistado foi o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) o médico Florentino Cardoso. Em sua entrevista ele deixou bem claro a posição da entidade sobre o programa Mais médico que o governo federal está implantando.

Pela sua explanação ficou muito claro porque a AMB é contra a maneira que este programa está sendo implantado e expos o que a grande população não sabe sobre o Mais médico.
  1. O governo diz que mais de 9 mil médicos cubanos estão trabalhando no Brasil, no entanto, este numero não bate, pois, não se sabe onde os 9 mil médicos estão trabalhando e que eles são monitorados o tempo todo sem o direito de ir e vir.
  2. O revalida é um procedimento que todos os países adotam para que o médico de outros países possa atuar em seu país, ou seja, um procedimento para realmente saber se o médico possui formação e conhecimento necessário para atuar no país. O governo brasileiro isentou os médicos cubamos de fazerem o revalida.
  3. O contrato feito entre Cuba e o Brasil é secreto ninguém tem há acesso.
  4. As condições de escravidão que os médicos cubanos estão submetidos, eles são monitorados o todo tempo, sem liberdade de ir e vir, infringindo de forma clara a Constituição Federal Brasileira.
  5. Dos R$ 10.000,00 reais os quais tem direito, apenas, recebe R$3.000,00 o restante vai para Cuba.
  6. As médicas cubanas caso engravidam são deportadas para Cuba
 
Segundo Dr. Florentino Cardoso, a entidade procurou por varias vezes sentar com o governo para juntos elaborarem um programa que de fato pudesse atingir todas as cidades brasileiras, no entanto, não houve sucesso porque o governo já tinha em mente o seu plano.
 
Segundo ainda o Dr. Florentino, o grande problema porque há falta de médicos em varias localidades brasileira não é o médico que não quer ir trabalhar nestas cidades distantes, mas sim, que os médicos na maioria das vezes são iludidos pelos prefeitos coma promessa de salários condizente sua profissão, porém, após um tempo, acabam tendo seus salários reduzidos e as promessas feitas não são cumpridas.
 
Ainda comentou que uma das propostas feitas pelo governo é algo inadmissível. Como que o médico recém-formado, sem praticamente conhecimento algum prático poderia trabalhar em cidades longínquas? Sem nenhum preparo? É algo absurdo.
 
Enfim, sua entrevista deixou muito clara a posição da AMB sobre o porquê criticam o programa Mais médico, pois é um programa cheio de erros, discriminação aos médicos cubanos e sem comprovação de habilitação para o exercício da medicina, além de ferir a Constituição Federal, as leis trabalhistas.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 11/03/2014
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