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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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Meu Diário
02/10/2005 16h48
O cristão não pode rejeitar o Cristo.
Quando Deus fez a promessa de Salvação devido ao pecado do homem as trevas acabaram levando o povo à escuridão. Então Deus escolhe um povo para que dele viesse aquele que traria luz ao mundo, Jesus.

Desta forma Deus escolheu um povo e durante muitos anos foi Lhe preparando, mas podemos perceber através da história que este povo tinha muito a aprender, era um povo de cabeça dura e que tinha no íntimos dificuldade de assimilar as coisas do Alto. Muitas das vezes, sua simplicidade levava -os a serem extremamente egoístas não assumindo o plano de Deus. Desta forma aos poucos Deus ia realizando Seu projeto de salvação, mesmo sem o entendimento por parte daquele povo escolhido.

Da mesma forma acorreu quando Jesus veio ao mundo, seu povo muitos deles não compreenderam e assim perseguiram até destrui-lo, levando a morte, e morte de cruz, como diz são Paulo.

Jesus conta uma parábola que retrata como Deus teve dificuldade em fazer com que seu povo percebesse Sua ação e manifestação no meio deles.

Em Mateus ( 21-33,43) Jesus conta a seguinte parábola. Um proprietário produz uma lavoura e depois de tudo organizado, arrenda para que outros tomem conta da vinha. Quando chega o tempo da colheita o proprietário manda seus empregados para receberem sua parte dos frutos. No entanto, aqueles que arrendaram matam uns, espancam outros para não darem a parte que é dele. Então o proprietário resolve mandar seu filho imaginando que eles iriam respeita-lo, ocorre extremamente o contrario, os arrendatários acreditam que matando o filho assumem a posse da vinha, e assim o fazem.

Mas enfim, o que esta leitura tem haver com nossos tempos atuais? Primeiramente, devemos voltar na história, quem matou o filho do homem foi seu próprio povo por ganância, medo, orgulho, vaidade enfim, Deus preparou um povo mas quando chegou o momento da Luz ser revelada não o aceitaram, seu povo o rejeitou. Porem, outras nações o aceitaram e a pedra que foi rejeitada, acabou sendo a pedra fundamental à construção do Reino de Deus.

Precisamos trazer este texto para os nosso tempo tirar dele lições e reflexões para nosso crescimento. Se naquele tempo Jesus veio de um povo, hoje podemos dizer que, os que aderiram e aderem ao seu projeto tornando Cristão, são o novo povo e neste sentido esta Palavra vem direto para os cristãos. No passado uma grande parte do seu povo o rejeitou. Hoje um grande numero de pessoas que se dizem cristãos também estão rejeitando – o, quando se dizem ser seu discípulo mas na pratica vivem uma cultura de morte; quando matam todos os dias seus irmãos com palavras, com gestos e atitudes. Quando matam os projetos de Deus por ciúmes, inveja ou medo de perderem seus espaços. Quando deixam o povo de lado, principalmente, os mais excluídos e pensam somente em si próprio. Quando deixa o instinto humano sobrepor o espiritual. Quando semeiam a ira e a discórdia em suas comunidades. Enfim, quando não praticam a caridade que é a observância á Palavra de Deus e o mandamento amai-vos uns aos outros como eu vos amei..

Que esta parábola nos sirva de grande reflexão para que realmente, ela não venha de encontro com nossas atitudes de pessoas que o rejeitam Jesus, pelo contrario que ela nos sirva para deixar que Ele venha reinar sobre nós, ocupar o espaço que é dele.
Publicado por Ataíde Lemos
em 02/10/2005 às 16h48
 
25/09/2005 13h36
Sala das Promessas
Entrei aqui, meus olhos brilharam
Minhas palavras se calaram
As lagrimas deram nó na garganta
Fiquei extasiado, lendo cada mensagem
Entre tantos grandes, pequenos objetos
Cada um com seus gestos
Agradecendo graças alcançadas.

Quantos membros do corpo em gesso,
Utensílios do dia a dia,
Ferramentas de trabalho
Fotos das mais diversas
Naquele local depositado
Como lembrança, agradecimento
De graça recebida em determinado momento.

É a Fé que provoca manifestações
Que comove e move os corações.
Tendo a certeza que é Deus quem faz
Que pelas mãos maternas de Maria nos trás.

É uma Fé que não tem tamanho
De um povo que a ama e nela espera
Confiante que atenta está
Sempre a Deus por nós rogar.
Publicado por Ataíde Lemos
em 25/09/2005 às 13h36
 
19/09/2005 07h26
Palestra de Prevenção as Drogas nas Empresas
Hoje estive fazendo uma palestra numa empresa com os funcionários. Foi uma experiência muito interessante, pois falar com um grupo heterogêneo de pessoas seja no nível cultural, seja na faixa etária nos proporciona uma abordagem muito diferenciada e rica em detalhes.

Numa palestra como esta, falamos para jovens iniciantes nas drogas; pais que tem filhos adolescentes em fase de atenção e também com filhos que tem problemas com seus pais.

Achei muito interessante a proposta da empresa, bom sería se todas tivessem estas mesmas iniciativas; aproveitar os espaços e a presença de seus funcionários para desenvolverem palestras preventivas.

Existem varias repartições publicas, varias empresas que perdem a oportunidade de investirem em seus quadros de funcionários ou servidores por negligencia ou por comodismo. Acredito que também está relacionado a omissão e o descompromisso social que certamente, tem sido o alvo de tantas formas de violências e desestrutura social existentes proveniente das drogas.

As Educação bem ou mal, com deficiência ou não, estão trabalhando as crianças, os adolescentes e jovens. As entidades filantrópicas também procuram ao seu modo atingir os jovens, as famílias por meio de encontros, mas não raramente torna-se um esforço vazio, pois, devido ao descompromisso de seus participantes. Os que lá comparecem sempre são aqueles já conscientes sobre o assunto, ou familiares que estão com problemas sérios em casa.

Iniciativa como desta da empresa a qual estive fazendo palestra, atingem de forma mais direta e objetiva as famílias. Muitos daqueles que acreditam não precisar participar destes encontros despertam interesse em concientizar mais sobre esta seríssima questão que são as drogas.

A palestra feita, teve como objetivo dismistificar a dependência química levando os participantes olharem com outros olhos para o alcoólatra e também usuários de outras drogas. O preconceito não ajuda em nada a solução do problema, pelo contrario proporciona que a pessoa que encontra-se dependente afunde mais e mais.

Outro objetivo buscado foi procurar distinguir uma pessoa da outra, não se pode ficar imaginando que eu sou exemplo para o outro num sentido preconceituoso. Não é porque controlo a bebida que o outro também pode, ou ainda, porque consegui parar sozinho o outro tem que conseguir da mesma forma.

Em suma minha palestra esteve pautada no conhecer para prevenir.
Publicado por Ataíde Lemos
em 19/09/2005 às 07h26
 
15/09/2005 18h14
Viva Feliz Sem Drogas
Há alguns anos tenho dedicado a trabalhar a questão das drogas. Sabemos que ela tem atingido de forma progressiva a sociedade como um todo.
Tratar aqueles que encontram- se dependentes é necessário, mas por outro lado é fundamental discutir o tema e levar esta discussão a sociedade, para que através da conscientização atinja todos desde os adolescentes, a família, o Poder Publico e mesmo aqueles que precisam procurar ajuda.
Neste sentido a mídia tem um papel essencial para atingir a todos. Todos os meios de comunicação seja a falada a escrita a televisiva são canais indispensáveis.
Viva Feliz Sem Drogas, é um programa dominical de radio o qual desenvolvo este tema. Através de artigos, entrevistas, reflexões. Num programa de quinze minutos aos domingos entre as 9:10 às 9: 25 horas o programa vai ao ar pela Radio Difusora Ouro Fino, www.radiodifusoraourofino.com.br .
Publicado por Ataíde Lemos
em 15/09/2005 às 18h14
 
07/09/2005 13h51
Comunidade Terapêutica
Neste espaço “ Meu Diário” quero falar de temas variados e primeiramente vou fazer um pequeno comentário sobre a entidade a qual atuo como voluntário.
A instituição é para aqueles que nos procuram tratamento afim de vencerem a dependência química sem uso de medicamento.
Um tratamento para dependentes químicos por meio de Comunidade Terapêutica, é feito sem uso de medicamentos, onde toda a dinâmica do tratamento é através de motivações a reflexão seja pela laborterapia, seja nas reuniões de grupo, seja na espiritualidade.
As Comunidades terapêuticas, tentam levar aqueles que a procuram refletir seu estado comportamental; a percepção de seus limites frente a dependência química; os efeitos causados seja no biológico ou no psicológico; a preencherem os espaços deixados pela abstinência, sanando este vazio existencial que abre.
As comunidades Terapêuticas, também buscam trabalhar as famílias, pois entende que a dependência química e seu tratamento passa por ela, tanto num processo inicial, como no fortalecimento à sobriedade.
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Publicado por Ataíde Lemos
em 07/09/2005 às 13h51
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