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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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Meu Diário
18/09/2006 21h06
Tratamento químico também passa pela pedagogia.
Vejo o tratamento da dependência química não como um tratamento medicamentoso, que por si só resolve, embora, alguns casos se há necessidade de ser usado.

Vejo o tratamento mais a nível educacional, pedagógico que, a partir de varias experiências negativas e de confronto com as experiências positivas o usuário, ou mesmo o dependente passa a ter uma nova posição sobre si mesmo. Não podemos também descartar que este aprendizado passa exclusivamente por um processo doloroso devido a ter deixar algo que na verdade não gostaria de abdicar-se, porém a circunstância o obriga a se posicionar.

Nenhum dependente químico torna-se dependente no primeiro momentos, isto é, não é simplesmente um uso que já o torna dependente, cada um tem seu desenvolvimento particular, uns mais mais rápido outros mais lento segundo sua estrutura bio-psiquica. Também há aqueles que embora sejam usuários nunca se tornará dependente. Porem, algo que tenho certeza é que ninguém no auge da droga vai deixá-la por nada. Sendo assim, o futuro de um usuário estará na vontade própria, independente a ajuda que possa vir.

Vou procurar explicar esta colocação: Uma pessoa que é usuária de drogas e que não desenvolve a doença, certamente com o passar de sua idade, a fase; com o amadurecimento emocional, as atividades sociais e as responsabilidades este uso cada vez mais é diminuído, isto é uma conseqüência natural. Quem não conhece alguma pessoa que durante sua juventude foi usuária de drogas ilícitas, ou usavam em demasia álcool e hoje são pessoas completamente diferentes, deixaram as drogas e tem uma vida normal?

Por outro lado, também conhecemos pessoas que iniciaram nas drogas e hoje se encontram totalmente dependentes que precisam de ajuda ou infelizmente, muitos já morreram?

Não são os conselhos, não são as pressões externas que levará o usuário deixar a droga, e sim é o desenvolvimento emocional; os objetivos de vida que lhe proporcionará, são as conquistas sociais, ou mesmo as questões relacionadas ao amor Eros . Já para aquele que se tornou dependente que o fará procurar ajuda será a reflexão interna, as conseqüências emocionais, as perdas, a dor, o sofrimento, angustia.

Como coloquei acima, o tratamento segundo meu pensamento é de ordem pedagógica e emocional. É ai que entra a eficiência dos grupos mutua ajuda, do compartilhamento de experiências. Pois, cada ex dependente com o tempo de sobriedade vai conquistando mais experiências de sua própria sobriedade e assim, repassando para os que iniciam o processo de tratamento.


Vencer as drogas passa por um profundo processo de auto conhecimento, pelo domínio da mente sobre o corpo; pelo preenchimento do vazio existencial provocado pela drogas, e agora aberto sem elas. Enfim, vários fatores que deverão ser sanadas pelas lagunas abertas pelas drogas.


Autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 18/09/2006 às 21h06
 
15/09/2006 21h40
Presente, conseqüências do passado e futuro.
Tenho vários textos sobre o tema drogas, e cada vez que faço reuniões com os recuperandos sempre estou acrescentando mais conhecimento. Uma das causas disto também é poder trabalhar com dependentes químicos que de certa forma vimos crescer no mundo das drogas deste suas fases de adolescências. Assim, estamos sempre em contatos com eles quer seja ajudando-os no tratamento quer seja acompanhando-os em suas vidas na marginalidade como muitas vezes em presídios.

Quando temos muitas pedras a carregar elas se tornam grandes obstáculos e não conseguimos nem sair do lugar devido ao peso. Assim, precisamos dividir o peso fazendo varias viagens ou mesmo procurando encontrar meios para que este peso seja eliminado não nos atrapalhando em nossa caminhada.

Pois bem, também uma pessoa que viveu anos usando drogas, tem grandes traumas e situações que o impedem de caminhar rumo a uma nova vida. É um passado vivo, que constantemente vive a cercá-lo por todos os lados.

Sendo assim, para que um tratamento possa ter êxito o primeiro passo é que o recuperando passe a ver sua vida a partir do presente, isto é, ver sua vida a partir do ato em que se propõe a sair das drogas. Se assim não for, certamente a recuperação acaba virando em circulo tornando um ciclo vicioso sem conseguir vencer as drogas.

Penso que a vida se constrói no presente e não no passado ou futuro. Sendo assim, somos conseqüência de nosso presente, isto é, se não cuido de minha vida hoje amanha terei as conseqüências deste descuido. Da mesma forma que o meu amanha será a conseqüência de como vivo hoje.

Esta sim, deve ser a grande reflexão para sair das drogas ou iniciar um processo de desintoxicação, começar hoje. Este começar requer traçar objetivos, metas e também ter o passado sombrio como ponto de referencia para que este possa ser “estímulo” para caminhar em frente rumo à sobriedade.

Meta à ter em mente é que, se deva ir liminandodo aos poucos os traumas do passado; as sombras. Enfim, tudo aquilo que possa retornar a ansiedade levando o psicológico agir disfuncional e, ao mesmo tempo aprender como lidar com estas situações quando vier à tona novamente.

Como disse anteriormente, os objetivos de vida cada vez mais deve ser estimulado, para que a falta desta busca não o leve a perder o animo e consequentemente recair pelo retorno das sombras que estimula a ansiedade e a compulsão.

Por isso, que umas das filosofias dos grupos de apoio são bem interessantes em se seguir como a do “Só por Hoje”. Estas três palavras têm grandes significados se partimos do pressuposto que somos resultado de nosso presente.

Quando se traça metas, objetivos e se procura segui-las fielmente ao mesmo tempo em que se aprende os mecanismos que auxiliam nos momentos das crises – que são normais – certamente, se passa a ter mais controle sobre as emoções, encontrando as ferramentas necessárias para viver um dia de cada vez rumo aos objetivos, fazendo que a dependência, a fissura cada vez mais se distancie na medida em que atinge os objetivos traçados.
Publicado por Ataíde Lemos
em 15/09/2006 às 21h40
 
20/08/2006 15h08
Homem drogas, droga espiritualidade.
Tenho vários textos que sempre focalizo a espiritualidade e as drogas. Vejo esta relação (droga espiritualidade) fundamental e importante a ser trabalhada por entender que drogas e o Ser Humano se confundem como o homem e a espiritualidade também estão intrinsecamente ligados.

O uso de drogas altera os sentimentos, ou melhor, meche com a sombra do homem, proporcionando em determinados momentos se revelar ou ocultar. Não raro a espiritualidade está relacionada nestas circunstâncias (drogadição) por sua própria ausência, ou abafamento espiritual no homem.

Embora, alguns insistem em dizer que as drogas estão também em rituais religiosos, vejo esta ligação droga-religião contextual. Alguém que se droga num ritual religioso de maneira a alterar seu consciente para entrar em contato com espiritual, na verdade, é um contato com seu inconsciente devido a embriagues ou ao estado de drogadição, diferentemente daquele que faz uso de uma ¼ de dose de vinho numa missa ou num culto qualquer que seja.

A espiritualidade é uma fonte de vida, e quando é desenvolvido, deixado ser manifestada plenamente tem o poder de transformação, de reflexão e atitudes diferentes de relacionamento do homem com ele mesmo e o mundo externo.

Vejamos um exemplo, o corpo humano para aquele que é espiritual tem uma dimensão completamente diferente daquele que não é, pois aquele que é espiritual vê como algo sagrado e o respeita, então certamente, não o destoe, pelo contrario, cuida. Para o cristão, quando Deus se encarna e assume a condição de homem na pessoa de Jesus, na verdade, Deus está santificando o corpo humano. Acredito que para outras espiritualidades o corpo humano também seja algo sagrado e que deve ser preservado e respeitado.

Outro momento importante também que faz com que o homem a partir de um desenvolvimento espiritual mude seu pensamento em relação ao seu corpo está relacionado ao batismo. A partir do momento de uma conscientização, crescimento espiritual o homem reconhece que corpo humano é templo e morada da Santíssima Trindade, isto nada mais é que ser a casa de Deus. Isto se torna um grande privilégio e grande responsabilidade para o homem.

As drogas por mais que possa em algum momento proporcionar alegrias, prazeres emocionais, estado de liberdade suas conseqüências são de morte a curto, médio ou longo prazo levando o homem a criar varias situações de morte, de destruição. Enfim, de não valorizar o seu corpo colocando no mínimo em risco.

A espiritualidade no homem o eleva a uma condição superior de simplesmente considerar humano. Uma condição de crer que é um Ser Divino, acreditando na imortalidade e responsável pela continuidade da criação.

A espiritualidade dá ao homem respostas até então ocultas. Porém, ao mesmo tempo em que é um estado de graça aponta para responsabilidades que são: o amor e defesa pela vida; respeito e dignidade com o próprio corpo; compromisso e responsabilidade para com o outro. No entanto, são responsabilidades prazerosas pela própria importância que descobre o Dom recebido que é a vida.

Finalizando, no meu entender existe uma profunda relação entre o Homem e as drogas, a dimensão espiritual e as drogas, tanto num uso comum como no tratamento da dependência química que sem duvida, deve e precisa ser trabalhado. Principalmente, com aquele que perdeu o sentido da vida e está se suicidando lentamente nas drogas.
Publicado por Ataíde Lemos
em 20/08/2006 às 15h08
 
01/08/2006 16h34
Cada um tem seus artifícios para vencer as drogas.
Quero colocar meu ponto de vista para falar um pouco de sobriedade, de tratamento. O que penso sobre determinadas abordagens para se manter sóbrio.

Primeiro preciso dizer que não conheço a fundo a literatura dos grupos de AA, NA. Apenas tenho um conhecimento teórico superficial dos doze passos e os acho extremamente interessante.

Bem, a filosofia destes grupos é muito interessante partindo das primícias que através deles, as pessoas que o aderem vão tendo um auto conhecimento de suas dificuldades, de sua personalidade, de seus problemas emocionais tendo a oportunidade de fazer uma auto analise e auto critica.

É importante que qualquer abordagem para tratamento o principio básico que o fator determinante seja a humildade. Esta humildade a qual refiro é no sentindo de abrir as guardas, deixar de lado a prepotência e assumir que precisa de ajuda e então iniciar um processo a partir do zero.

Qual é este zero que me refiro? Refiro a deixar de criar condições, ou podemos dizer mecanismos de defesa, para não aceitar um programa. A grande maioria de pessoas que procuram tratamentos a dependência química são pessoas que passaram por diversas experiências de sobriedade, tem a experiência de varias recaídas, e talvez isto seja um estimulo até para não conseguirem adequar a determinados programas por encontrar neles certas dificuldades, falhas que os impede ou de certa forma cria-lhe resistência.

Zero como cito, é olhar para si mesmo e dizer, quero sair disto, não agüento mais e não quero deixar-me manipular, então entrar de corpo e alma num programa procurando fazer dele um objetivo fundamental para atingir a sobriedade.

Acredito que no primeiro momento os programas devem ser assumidos de corpo e alma, sem fanatismo é claro, mas com muita intensidade e aprofundamento, deixar se ouvir, deixar-se aprender, deixar-se interagir e procurar com o tempo assumiu-lo de verdade.

O que de fato leva as pessoas a deixarem as drogas é uma total reformulação de vida. É o preenchimento do vazio deixado pela droga; é o interagimento com outras atividades saudáveis. É preencher o tempo e o resgate de varias atividades que proporciona um afastamento de momentos que podem levar a angustia, euforia, ansiedade, compulsividade.

Conheço muitos que tiveram problemas graves com a dependência, e hoje, as drogas passaram a fazer parte do passado, porque de uma certa forma fizeram as lições de casa. Hoje não freqüentam mais grupos de apoio, resolveram seus problemas emocionais, familiares e criaram outros objetivos de vida e tem uma vida normal, sem fissuras, sem depressão.

Voltando a questão dos grupos de mutua ajuda, acredito ser muito interessante a partir do momento que proporciona a pessoa que dela participa adquirir um auto conhecimento; de perceber nestes grupos que sua vida é muito importante e que o passado não pode ser uma constancia no presente. Através deles perceberem que é um Ser limitado e ter a consciência que a droga usada passou a ter um grande poder de persuasão orgânica e psicológica, então, não dá para brincar com ela.

Eu particularmente, não acredito que aquelas pessoas que passam por estes tratamentos devem sentir estigmatizados, ou sentir-se diminuído por alguns bordões muito usados nestes grupos. Está dentro de cada um a consciência que nossas forças, e as estratégias de defesas contra recaídas são individuais.

Nem tudo que dá certo para o outro obrigatoriamente dará certo para mim. O importante é que, cada pessoa deva ter em mente o seu objetivo de vida, é a permanência da busca dos sonhos, enfim é deixar que a droga não seja a prioridade na vida que certamente ela cada vez mais vai ficando distante do pensamento e o vazio aberto por ela tente a se completar com muitas outras atividades saudáveis.
Publicado por Ataíde Lemos
em 01/08/2006 às 16h34
 
31/07/2006 18h25
Viva Feliz Sem Drogas - Auto medicação – Entrevista psicólogo Marcos V.N Siqueira
Finalizando a serie de entrevistas sobre auto medicação o programa Viva Feliz Sem Drogas ( 30/07/2006) teve como entrevistado Marcos Vinícius Nunes Siqueira, psicólogo que atua na especialidade de saúde mental. Trouxe para os ouvintes e também para nossos internaltas um posicionamento dos malefícios da auto medicação do ponto de vista psicológico, comentando também sobre os medicamentos ditos psicotropico.

Desta forma se pode ter uma visão clara e através de três seguimentos importantes da saúde, isto é, de quem vende os medicamentos (farmacêutico), do profissional da saúde da área biológica (médico) e por fim, aquele que atua de forma direta no psíquico, profissional da área psicológica (psicólogo).

Vou transcrever a entrevista procurando através de sínteses expressar o pensamento deste profissional que muito gentilmente nos brindou com tais informações.

PVFSD : Marcos, primeiramente gostaria de lhe perguntar, como você vê a questão da auto medicação?

Ps. MV: Do ponto de vista psicológico a auto medicação não é algo recomendável a se fazer, a pessoa que faz isso corre risco de vida, e depois porque há os profissionais da área de saúde para medicar adequadamente de acordo com as necessidades, por fim, pode levar as pessoas à distúrbios psicológicos e mentais gravíssimos. Então, é preciso refletir na hora de tomar remédios.

PVFSD: O que leva as pessoas a se auto medicarem?

Ps. MV: Do ponto de vista psicológicos poderíamos dizer que as pessoas podem trilhar este caminho por vários motivos. Primeiramente, é preciso entender como é definido saúde pela organização Mundial da Saúde (OMS). Saúde é o bem estar, equilíbrio bio-psico-social e espiritual. Somos Seres que temos nossa vida psicológica, biológica, social e espiritual. As vezes as pessoas entram num processo de auto medicação justamente por acreditar que ela mesmo pode cuidar dela, isto pode ser uma onipotência, porque as vezes nós não conhecemos as dores, o porque estar com aqueles sintomas, e não é porque um vizinho tomou determinados remédio que também vamos tomar. É preciso procurar um profissional adequado para falar sobre determinados assuntos.

A auto medicação é algo muito sério em nosso país. As vezes as pessoas se auto medicam pela falta de recursos financeiras para procurar um profissional; porque tal medicamento foi indicado por uma outra pessoa; as farmácias costumam vender os medicamentos. Então é preciso nos precaver, pois será que aqueles remédios, aquela posologia e para aquele determinado problema?

PVFSD: quais os riscos da influencia da auto medicação dos pais para com os filhos?

Ps. MV: Também é outro problema, porque normalmente, temos um problema sério no nosso mundo. Como este é um programa que fala sobre drogas, fico muito chocado porque nossa cultura é a cultura do álcool. O álcool é um componente muito usado nos medicamentos como o xarope, por exemplo, e em muitos remédios para conservá-los.

A primeira porta para entrar nas drogas é o álcool, então, muitas vezes os pais iniciam os filhos nas drogas a partir dos próprios remédios, auto medicando as crianças; porque não procura o médico; porque o farmacêutico indicou, etc. É preciso apreender educar os filhos para a tolerância à dor; a resistência aos problemas, buscar recursos mais adequados. Hoje temos a medicina alternativa. Não é preciso entupir o filho de remédio para descobrir o problema, muitas vezes esta auto medicação pode causar uma dependência psicológica na criança. Conheço crianças que tomam remédios compulsivamente sem necessidade porque muitas vezes os pais também são compulsivos.

É preciso refletir muito sobre à auto medicação infantil e os pais precisam rever seus conceitos sobre estes pontos.

PVFSD: O que são os medicamentos ditos psicotropico?

Ps. MV: São medicamentos para pessoas que tem transtornos mentais, transtornos ansiosos, que são portadores de alguma doença de ordem mental que pode ser congênita, pode ser doenças de fundo orgânico, mas que interfere no psicológico da pessoa.

Estes medicamentos são muito usados, mas são controlados. Não conheço nenhum psicotropico que não seja controlado, porem, por algum motivo as pessoas, o publico tem acesso fácil a estes medicamentos uma vez que os psicotropico usados seriam controlados vemos ser usado pela sociedade deliberadamente. Outro ponto a ser refletido.

PVFSD: Quais os efeitos de psicotropico para uma pessoa?

Ps. MV: Gostaria de abordar os efeitos mais na área mental. Vemos pessoas ficar dependente de um remédio ou de outro. Ora, o medicamento foi feito para ser usado. Eu acredito que a ciência é um sopro Divino sobre nossas mentes humanas, então, é preciso usá-las com dignidade e ética.

Não concordo com aquelas pessoas que tomam medicamentos por sua conta, assim como também não concordo com aquelas que vão ao médico e tomam o medicamento por um tempo e pára, toma como quer, quando quer, isto não funciona, pois tudo em nossa vida somente dá certo quanto temos disciplina, assiduidade, constancia e um controle do profissional sobre o tratamento. É preciso refletir muito sobre isto.

Somente se torna dependentes de medicamentos, quando não necessita deles e está tomando sem saber porquê , para que, e como toma-lo. Em psicologia costuma-se dizer que o tratamento por meio de psicotropico é uma muleta para muitos problemas psicológicos, pois, na verdade, o medicamento vai limpar o campo para que se possa fazer analise, a psicoterapia para que possa haver uma cura de fato, pois a verdadeira cura não é a dependência do medicamento ou do psicólogo, e sim, ficar livre do remédio, do psicólogo. Porem, muitas vezes a pessoa quer fazer o tratamento somente com o remédio ou com o psicólogo, isto não funciona.

Esta foi uma síntese da entrevista dada pelo psicólogo Marcos Vinícius Nunes Siqueira, sobre a auto medicação dentro da ótica psicológica, abordando a questão dos medicamentos classificados como psicotropico.

Também enfocou um pensamento sobre o perfil de requisitos básicos de um profissional de saúde, para que possamos realmente ter a certeza que estamos diante de alguém que possa de fato nos auxiliar numa necessidade clinica.

Ataíde Lemos
ataide@hardonline.com.br
Publicado por Ataíde Lemos
em 31/07/2006 às 18h25
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