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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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Meu Diário
29/01/2007 18h18
Porque devemos entregar-nos ao Poder Superior
É comum quando nos sentimos derrotados ou estamos com a auto estima baixa considerarmos os piores do mundo; sentirmos sozinho ou mesmo acreditar que não temos solução. Que não vale a pena mudar deixando o álcool ou as drogas. Colocamos-nos como um zero a esquerda e que Deus já nos esqueceu ou mesmo que não adianta gastar vela com defunto ruim. E com este pensamento vamos afundando cada vez mais nas drogas, no álcool e perdendo sempre um pouco mais do pouco que ainda resta.

Este estado emocional leva a pessoa a construir alguns sentimentos nocivos levando-o ao afastamento, deixando ainda mais sozinho, dificultando mais a ajuda. Um destes sentimentos é o orgulho. Normalmente certas pessoas – principalmente aqueles que são dependentes de álcool e/ou outras drogas – tem o orgulho acentuado e como conseqüência não acredita nas pessoas; acha que pode se virar sozinho, não aceita ajuda, torna-se desconfiado e ainda costumam se achar os piores do mundo. Muitas vezes há uma mistura de verdades emocionais e de manipulações.

Pois bem, é a partir desta introdução que gostaria de abortar uma reflexão, começaria dizendo sobre o amor dos pais. Quando nascemos certamente nossos pais planejam muitas coisas boas para nós. Na verdade, eles têm seus sonhos de realização em nós também, mas, acima de tudo o que desejam é que sejamos felizes, que possamos construir uma vida cheia de saúde. Quanto mais eles nos vêem felizes mais felizes eles se tornam. Porém, quando sofremos sofrem conosco. Seus sofrimentos são de varias formas. Eles normalmente não sabem o que fazer para que possamos melhorar caso seja uma doença ou se a dificuldades é financeira, etc.

Dei este exemplo dos pais para ir mais longe, que é o amor de Deus por cada um de nós. Na Bíblia há uma passagem logo no primeiro livro dizendo que, a vida do homem se deu pelo sopro de Deus. O Espírito de Deus nos deu a vida. A ciência diz que numa ejaculação são lançados milhões de espermatozóides que vão em direção ao óvulo, no entanto, apenas um destes milhões consegue fecunda-lo. Este espermatozóide sou eu, é você, é cada um de nós seres humanos.Poderíamos dizer então, que foi o sopro de Deus que nos lançou ao óvulo e ocorreu a fecundação. Esta reflexão é muito séria e serve para perceber a importância que somos para Deus. Para que eu, você tivéssemos vida, milhões de vidas morreram. E quando Deus nos escolheu é porque Ele nos amou muito antes de nossos pais se conhecerem. Foi o amor Dele que nos deu a vida bem antes de ter sido gerada.

Outra importante reflexão é que, foi este amor de Deus por mim, por você que levou a se encarnar, morrer numa cruz para nossa salvação e restauração. Mais uma vez aqui vemos nossa importância para Deus e também o porquê de valorizar e acreditar na vida. Deus jamais tomaria esta atitude se não fossemos extremamente importante.

Para finalizar esta reflexão digo que nós humanos muitas vezes nos arrependemos de algo que fazemos. É comum ouvimos as seguintes frases no nosso dia a dia “porque fiz isso? Porque fiz aquilo? Ai que arrependimento”. Porem, Deus é perfeito, Ele jamais se arrepende do que faz. Toda obra de Deus é perfeita. Sendo assim, mesmo que a pessoa possa se encontrar no fundo do poço; mesmo que você se rejeite, ou que o mundo te rejeite Deus continua te amando, me amando e acreditando em você, em mim. É nesta certeza que as pessoas que tem problemas precisam acreditar e encontrar forças para sair de onde estão. Jamais Ele tapará os ouvidos àquele que o chama, que o clama. O que precisamos é apenas deixar o orgulho de lado, redescobrir o nosso valor e o tamanho do Amor de Deus por nós.


Ataide Lemos, autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 29/01/2007 às 18h18
 
27/01/2007 08h45
Dependência química e a família
Sempre escrevo textos sobre drogas para família. Meus livros, embora falem sobre o tratamento ele vem direcionado a família e com um toque de espiritualidade. Entendo que o homem é uma célula, a família é o corpo, a espiritualidade é o que nutre o corpo para assim poder manter sadio. Sendo assim, é o conjunto que deve ser trabalhado.

Uma célula doente certamente vai desestruturar todo o organismo. Um corpo que não se alimenta adequadamente ou não se cuida evidentemente pode comprometer as células. Então, quando há um problema com drogas na família o primeiro passo é a reflexão de todos os envolvidos para assim, reparar, refazer alguns pontos e direcionar caminhos para que aquela célula ( ente envolvido com as drogas ) possa ser trabalhada a fim de restabelecer a saúde.

Pois bem, repensar em família os motivos que contribuíram para tal situação de drogadição é importante, porém, é preciso caminhar para frente. Isto é, procurar sanar o problema e não ficar achando culpados ou viver constantemente com sentimentos de culpa, isto não colabora para sanar o problema do ente e nem da família, é preciso partir para a ação. Esta ação é primeiramente admitir um problema na família e buscar ajuda seja ela profissional, seja ela por meio de grupos de ajuda.

Numa família onde há problemas relacionado as drogas duas situações precisam ser trabalhadas para continuar a vida. Uma é manter a família funcionando regularmente, isto é, apesar do problema das drogas a família precisa manter sóbria, não pode perder a serenidade para saber lidar com o problema. Outro ponto é conhecer, aprender mecanismos que possa ajudar a pessoa envolvida com as drogas procurar ajuda.

Não se pode dar algo que não tem, nem se ensina àquilo que não sabe, sendo assim, no caso da dependência o passo principal é a família se interar do que é dependência química; quais são as características da doença; quais as alterações comportamentais que a dependência provoca na pessoa. Enfim, conhecer para assim ter as ferramentas necessárias para ajudar o filho, cônjuge como também conseguir manter uma serenidade e sobriedade a nível familiar.

Os grupos de mutua ajuda tem um papel fundamental neste processo, pois, através das experiências dos participantes pode-se dividir o peso do fardo emocional. Também esta participação colabora na mudança de comportamentos pessoal e familiar para não ser manipulado pelo ente com problemas, bem como conhecer alguns mecanismos que podem amenizar o sofrimento de todos.

Evidentemente, cada um de nós é diferente, é singular tanto na personalidade quanto em nosso estado emocional. Sendo assim, além da participação nos grupos de mutua ajuda, para uns é necessário e fundamental ajuda particular profissional, até mesmo para que possa adequar e entender como se dá o processo nos grupos de mutua ajuda e colocar em ação, ou de repente, buscar outras formas de ajuda que não seja os grupos.

Acredito que a família vencer as drogas é um processo, não há formula mágica. Pode levar ano ou anos, por isso que deve haver muito equilíbrio; por isso, que disse ser fundamental a família continuar o processo da vida não deixando que a drogadição existente anule toda a vida familiar.

Alguns pontos penso ser fundamentais para a superação das drogas pela família. Um evidentemente é o amor, sem amor não se chega a ponto algum positivo, outro é a união do cônjuge, sem esta união e uma linguagem comum entre ambos certamente ocorrerá às discussões, a perca da serenidade e da sobriedade isto desestruturará a família como também não contribui em nada para a solução do problema. Estes pontos essenciais também servem caso o ente com problemas com drogas seja um dos cônjuges.

Finalizando, a dependência embora seja de um ente, o processo de tratamento é de todos. E alguns requisitos não se podem faltar para a superação do problema; o amor, a união da família, o conhecimento sobre dependência química, a serenidade e por fim o tempo.

Ataíde Lemos: autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e Educando o que Saber Sobre as Drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 27/01/2007 às 08h45
 
25/01/2007 15h28
É necessário conhecermos para então mudarmos.
Quando admito que esteja com problemas e procuro canalizar minhas energias para vencer tal situação, certamente, vou procurar meios para sair do estado que me encontro. Uma destes meios é acreditar que posso vencer. Dependência química é uma doença psicológica e biológica, onde o psicológico precisa sobrepor ao orgânico, isto é, é meu emocional que deve conduzirá o orgânico.

Existe uma famosa frase que diz: “querer é poder”, realmente esta frase se encaixa quando o problema é dependência química. Quantos de nós conhecemos pessoas que tiveram problemas relacionados ao álcool e/ou outras drogas que há anos estão sóbrios, levando uma vida normal? Pois bem, se eles conseguiram evidentemente quer dizer que é possível. No entanto, são pessoas que tiveram e tem propósito de mudar de vida. A partir de uma decisão pessoal buscaram meios para não se drogarem mais. É comum quando sabemos o histórico de vários ex alcoólatras conhecer o estado bio-psico e social o qual se encontravam quando estavam na ativa. Isto concretiza a idéia que é possível a todos os dependentes químicos superar caso realmente desejam. Mas, reforço em dizer que esta superação depende da vontade de cada um. Cada caso é um caso, há pessoas que tem mais facilidade outras não. Porem, esta superação é para todos, desde que queiram e acreditam que é possível.

É importante refletir que acreditar também precisa vir com a confiança em si mesmo e num Poder Superior, pois, quem é dependente sabe o quanto é difícil vencer a dependência. Para vencê-la é fundamental uma força extra para mudança de atitudes, de comportamentos. Enfim, é preciso uma profunda renovação de conceitos em relação a si mesmo e a vida como um todo. E esta transformação somente ocorre quando a pessoa deixa de querer caminhar por si mesmo e passa a confiar e abrir-se aos outros; as novas alternativas e possibilidade. Este confiar também se faz necessário porque é fundamental uma guinada na condução da vida.

A vida de um adicto é construída por inúmeros fatos que marcam negativamente sua vida, bem como a adicção provoca mudanças bruscas de comportamentos. Enfim, o estilo de vida de uma pessoa adicta é necessário ser revista. O que muitas vezes leva as pessoas às recaídas está muito relacionado ao estilo de vida e a maneira como ela (vida) é interpretada por esta pessoa. Há uma frase bíblica que cai bem nesta interpretação colocada “não se coloca remendo novo e roupa velha, ou mesmo, não se coloca vinho novo e barril velho; o remendo novo repuxa o pano velho e o vinho novo estoura o barril velho”. Sendo assim, se uma pessoa não faz uma reflexão de sua vida, não procure mudar comportamentos, conceitos e atitudes certamente esta sobriedade não ocorrerá. Fatalmente não resistirá por muito tempo uma sobriedade.

Esta reformulação de vida, de conceitos passa necessariamente por um inventario, isto é, a pessoa detalhar realmente seus sentimentos, definir o que são sentimentos nocivos e aqueles que devem ser fortalecidos. Este inventário, esta reformulação de conceitos devem ser feito a Luz do Poder Superior. Quero aqui ilustrar através de um exemplo. Um homem apaixonado seria capaz de agir com a razão em determinados assuntos complexos sobre sua vida afetiva? Certamente não, agiria com a emoção, não conseguindo ter clareza sobre seus atos. Da mesma maneira um homem dependente não consegue perceber a extensão de seus sentimentos sem esta Luz do Poder Superior. Somente podemos ter a clareza de nossa vida, quando analisamos imparcialmente; quando não nos deixamos auto-manipular. Sendo assim, é fundamental analisarmos nosso comportamento, nossos sentimentos imparcialmente, mas, sobretudo com a convicção de mudança, pois se assim não for a sobriedade não ocorre de fato.

Ataíde Lemos
autor dos livros
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 25/01/2007 às 15h28
 
22/01/2007 12h57
Confiar em si mesmo e no Poder Superior
Tenho dito em meus escritos que alguns fatores são necessários para que a pessoa vença o álcool e/ou outras drogas. A primeira é realmente estar com o propósito de parar; no segundo momento é estar consciente que tem um problema, isto é, está doente e precisa de ajuda, e outro fator é acreditar que pode conseguir manter a sobriedade, mesmo que seja difícil por estar completamente dependente.

Pois bem, eu costumo dizer que acreditar é uma coisa, mas de fato confiar é outra. Eu posso até acreditar que supero o primeiro gole, no entanto, preciso confiar em mim que posso.

Quero fazer alguns paralelos para escrever o que penso sobre a diferença entre acreditar e confiar. Uma delas é uma frase muito dita e que realmente é verdadeira; “O demônio acredita que Deus existe, porém é seu maior inimigo”. Ainda há um exemplo que sempre coloco. Suponhamos que peso 200 kilos e ao ver uma cadeira de plástico acredito que ela resiste meu peso, porem, não tenho coragem de sentar por medo dela não resistir. Por um lado, acredito que ele resiste meu peso, por outro, não me arrisco a sentar. Sendo assim, minha crença é duvidosa como minha confiança é zero.

Penso que a partir destes exemplos fica colocada a diferença entre acreditar e confiar. Acreditar significa entender esta força existe em mim, confiar significa colocar em pratica e deixar ser conduzido por esta força. Esta força tanto pode ser a existente no meu próprio ser como também pode advir de uma Força Superior.

Quando estamos doentes somos obrigados a acreditar, se colocar e confiar nas mãos de outras pessoas. E de acordo com a doença e seus estágios nossa confiança ainda deve ser maior. Na dependência não é diferente, pelo contrario, a confiança se faz mais necessária tanto em nós mesmos quanto no Poder Superior, pois, qualquer pessoa que seja dependente sabe o quanto é difícil deixar o álcool ou outras drogas.

Como já escrevi confiar significa entregar-se, entregar-se por sua vez significa reder-se, que por sua vez significa ceder-se. Este ceder-se é ter a humildade de colocar o orgulho de lado e reconhecer que o outro pode ajuda-lhe. Confiar é não fazer mais a minha vontade, mas é deixar se conduzindo pelo Poder Superior até a travessia da maré alta.

Um exemplo; quando decidimos fazer uma viajem de ônibus para um lugar que não conhecemos, sentamos em nossa poltrona e confiamos inteiramente no motorista, na certeza que ele nos levará ao destino com total segurança. Da mesma maneira está deve ser a confiança que devemos ter no Poder Superior, pois é Nele que encontramos as respostas e as forças necessárias para trabalhar nossa vida emocional, nossa vida espiritual e também teremos a sabedoria para entender a nossa doença sob o aspecto biológico.

É importante dizer que o Poder Superior não faz por nós, mas aponta os caminhos, dá a serenidade e fortalece a vontade; permite-nos fazermos uma viagem pelo nosso interior e nos enxergamos tal qual somos, e a partir daí, refazer a vida segundo nossa vontade de superação dos problemas emocionais, espirituais e biológicos. Enfim, o Poder Superior nos lança dentre de nós. Através da Ação Dele nos encontramos. Não há mágica, o Poder Superior nos proporciona a força necessária para superar e nos encontrar.

Finalizando, quando se decide parar com as drogas; se admite que precisa de ajuda; acredita em si mesmo e desperta para uma Força Maior e de fato confia em si mesmo, mas entregando o leme ao Poder Superior o caminho está aberto para o fortalecimento da sobriedade.
Publicado por Ataíde Lemos
em 22/01/2007 às 12h57
 
21/01/2007 18h10
Admitir, vontade, no entanto, é preciso acreditar que consegue.
Certamente, sem uma admissão que está com problemas e uma vontade verdadeira de vencer o álcool ou outras drogas não há possibilidade da pessoa conseguir atingir uma força para manter sem o uso. Sendo assim, o primeiro passo é admitir e ter um propósito.

Mas é importante compreender que a vontade é necessária, no entanto, é fundamental acreditar que é possível e que não será uma batalha fácil à vencer. Quantas vezes uma pessoa que se encontra dependente passou pelas experiências de ficar sem beber ou usar drogas? Penso que muitos deles já tentaram por diversas vezes, no entanto, um dia qualquer numa data comemorativa; num momento de descontração; num momento que se encontrava emocionalmente abalado, ou até mesmo consumindo substancias que continham álcool recaiu. Estas recaídas levam ao desestimulo; leva a acreditar que não é possível. Se por um lado isto é um desestimulo para vencer a dependência, por outro é mais uma confirmação da dependência servindo como conscientização da doença a qual se encontra.

Penso que alguns fatores sejam essenciais para uma reflexão e que serve de estímulos para prosseguir na difícil e árdua luta de manter-se sóbrio. Uma delas sem duvida é o desejo interior, outro é observar os exemplos daqueles que venceram a dependência e permanecem anos sóbrios.

Não existe milagres, não se vence a dependência por decretos ou por momentos relâmpagos, pelo contrario, é uma caminhada que se inicia admitindo o problema. É a vontade de querer vencer. É construir um propósito dentro de si e por fim, é acreditar que pode vencer e os exemplos bem sucedidos são estímulos para esta força que precisa surgir dentro da pessoa.

Quando acreditamos que somos capazes; quando sabemos o queremos de fato precisamos na verdade é de pessoas que possam ajuda-nos a superar as dificuldades, as angústias, ou mesmo a ansiedade que ocorre com certa freqüência.

A grande maioria das pessoas têm dentro de si a espiritualidade, porém, muitos não a vivem de forma mais consistente, outros ignoram, no entanto, quando passamos por dificuldades pedimos a Deus que nos ajude, que nos dê força para superar os obstáculos. Da mesma forma, este deve ser um procedimento das pessoas que desejam e querem sair das drogas, do álcool clamar a Deus para que o ajude. Este Deus é o Poder Superior que pode ser encontrado em qualquer espiritualidade, sendo que cada uma delas se dá um nome. No entanto, este clamar deve vir na certeza que Ele pode ajudar; este clamar tem que ser um passo na Fé.

Quando se quer; quando tem amigos que podem lhe ajudar; quando se acredita que há uma Força Maior que pode ajudar se dá uma grande caminhada rumo à sobriedade.


Ataide Lemos
Autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 21/01/2007 às 18h10
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