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Ataíde Lemos
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Meu Diário
08/07/2007 10h29
Programa Viva Feliz Sem Drogas - Entrevista Secretaria Municipal de Educação de Ouro Fino.
O programa Viva Feliz Sem Drogas, deste domingo (08/07/2007), teve a oportunidade mais uma vez entrevistar a secretaria da Educação Municipal de Ouro Fino, professora Angélica B.C. Goulart, que falou entre outros assuntos a premiação da aluna Ana Carolina que é matriculada na escola da rede municipal situada no Bairro de São Jose do Mato Dentro.

Todos os anos o Conselho Estadual Antidrogas de Minas Gerais ( CONEAD), realiza o concursos de frases e cartazes que tem como titulo Viva Feliz Sem Drogas e todas as escolas sejam elas estaduais, municipais e particulares são convidados a participação. Entre mais de 45 mil participantes Ana Carolina de 8 anos acabou tendo seu cartaz escolhido, sendo um motivo de orgulho tanto para o município quanto para sua professora Heloisa. Como premio Ana Carolina recebeu um computador de ultima geração. Segundo Angélica este ano a premiação se deu diferente, isto é, nos anos interiores a escola que recebia o premio, a partir deste ano a premiação é para o aluno.

Outro tema colocado pela secretaria Angélica foi o trabalho que a policia militar desenvolve nas escolas no âmbito preventivo realizando cursos com os alunos de 4ª serie através do projeto PROED (Programa de Resistência as Drogas). Que todos os anos diplomam vários alunos tanto da rede municipal quanto estadual Ressaltou todo apoio que a Secretaria da Educação tem dado a Policia Militar para desenvolver estes programas nas escolas municipais.

Finalizando, a secretaria de Educação Angélica, colocou também aos ouvintes os programas pedagógicos que a secretaria desenvolve na formação dos educadores da rede municipal de ensino, para que possam ter conhecimentos específicos sobre este assunto (drogas), criando assim pedagogias para trabalhar seus alunos visando assisti-los como também atuarem na formação educacional visando a prevenção.

Ataíde Lemos; autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 08/07/2007 às 10h29
 
27/04/2007 19h22
Dependencia e opção de vida


 
           

            Sempre procuro fazer algumas colocações sobre o que penso em relação a dependência química. Evidentemente são colocações algumas delas sem fundo cientifico, uma opinião própria sobre este tema. Na verdade, quando atuamos nesta área vivemos num constante aprendizado que vai sendo somado ao longo dos anos e pela diversidade de circunstancias que decorrem destas atuações. Talvez depois de anos a única certeza que temos é que dependência química é uma caixa de surpresa e, acredito ser muito difícil definir algo como exato. Isto é, em dependência química cada caso é um caso. Quanto mais se conhece trabalhando nesta área muito se aprende, porém, mais se percebe que está distante de uma resposta definitiva.

 
            Pois bem, após esta breve introdução, gostaria de entrar numa observação que ao longo do tempo, me faz pensar na seguinte questão. O alcoolismo ou mesmo a dependências de outras drogas é uma doença de ordem biológica, psicológica e social, isto não se questiona, é um fato constatado. No entanto, muito embora, seja uma doença, para grande parte dos dependentes o não conseguir tratar-se é devido fazerem uma opção de continuarem no uso, independente ser doença. Esta opção tanto pode ser consciente ou não.

 
            Certamente esta atitude é em decorrência e conseqüência de uma estrutura social e psicológica como também está relacionado ao período do tempo de uso. É comum depararmos com pessoas que procuram tratamento durante o convívio com eles nas conversas freqüentes a opção por manter-se no álcool ou em outras drogas é nítido. Alguns alcoólatras que tiveram certa formação familiar, já tiveram bons relacionamentos, empregos, enfim, aqueles que tiveram uma vida social e familiar estruturada mesmo que se encontrem num estagio elevado da dependência há o engajamento no tratamento buscando de fato atingirem a sobriedade definitiva. É comum tais usuários terem intenções de realmente vencerem, ainda tenham suas recaídas – temos que levar em consideração a dificuldade de superar tal doença e que as recaídas fazem parte do processo.

 
Porém é comum também vermos o lado oposto, muitos dependentes sejam de álcool ou outras drogas tomarem por opção manter o uso, ainda que tenha consciência de todas as conseqüências; ainda que por determinados momentos circunstanciais procurem algum tipo de tratamentos. Estas procuras são estratégicas, apenas isso. Observamos isto ocorrer freqüentemente com os moradores de rua. Ainda que para muitos destes se ofereça todas as condições de ressossialização, grande parte deles prefere manter-se consumindo álcool, vivendo na rua. Uma pessoa que de repente se anulou ou mesmo se acostumou num estilo de vida por já encontrar muitos anos, possuindo pouco ou quase nada de referencial dificilmente irá parar com o álcool ou mesmo com outros tipos de drogas. Citei como exemplo moradores de rua, mas acredito que também há muitos dependentes de varias classes sociais, de níveis econômicos estáveis que adotam a dependência como uma opção de vida.


            Finalizo como iniciei, são observações pessoais que de certa forma colabora como reflexão em um dos fatores de muitos não deixarem o álcool e/ou outras drogas, isto é, muitos destes fazem da dependência uma opção de vida.

Ataíde Lemos; autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas


 

Publicado por Ataíde Lemos
em 27/04/2007 às 19h22
 
14/04/2007 09h35
Entrevista PVFSD - Entrevista Jorge Alves - Redução de Danos
O programa Viva Feliz Sem Drogas entrevistou nesta semana (15/04/07) Jorge Alves, que atua como Redutor de Danos no Rio de Janeiro, também faz parte de varias organizações não governamentais como Associação Brasileira de Redução de Danos (ABORDA) e ainda varias outras entidades. É fundador e criador do fórum internacional de hepatite, ocupando atualmente uma cadeira no Conselho Estadual Antidrogas (CEAD) do Rio de Janeiro.

Jorge Alves, na sua juventude conheceu as drogas acabando mergulhando nelas e adquirindo como conseqüência algumas patologias como AIDS, hepatite. Isto o motivou engajar-se neste trabalho de prevenção e conscientização dos usuários de drogas como agente redutor de danos, evitando assim que, aqueles que não conseguem ou não querem parar com o uso não adquirem tais patologias como também ser um porta voz destes usuários para que a sociedade os reconheçam como cidadãos. Pois o fato de serem usuários de drogas ilícitas não os torna pessoas de segunda classe perdendo sua cidadania.

O tema especifico da entrevista foi a política governamental sobre Redução de Danos que é regulamentada no artigo 6º da Lei Sobre Drogas. Porém segundo Jorge a sociedade ainda é carente de informações sobre o que é Redução de Danos, e assim, acaba-se criando alguns preconceitos em relação a esta política confundindo os agentes redutores de danos como incentivadores ao uso de drogas. Enfim, confundir esta política que é governamental como apologia as drogas.

Aqui estão transcritos alguns pontos principais da entrevista

Jorge Alves – Redução de Danos (RD) é uma estratégia de saúde pública que tem como objetivo de reduzir a disseminação de agentes infecciosos como HIV, hepatites virais, doenças sexualmente transmitidas (DST) além de outros danos a saúde provocados por substancias psicoativas independentes sejam elas licitas ou ilícitas... A estratégia de Redução de danos iniciou no Condato de Roniston por volta de 1926 para conter um surto de hepatite, reapareceu por volta dos anos 70 na Holanda, onde alguns usuários de drogas já se organizavam para lutar por políticas mais tolerantes. Na década de 80 com o advento da AIDS a Redução de Danos retorna como estratégia de saúde para conter o avanço do vírus, também das hepatites e as DST. Atualmente a RD se preocupa em encaminhar aos serviços de saúde pessoas que fazem uso de drogas para fazerem testagem de HIV, hepatites e DST, também para terem noções de cidadania e direitos humanos e ainda fazem distribuição de materiais de prevenção que são os kits de redução de danos.

PVFSD – Como a RD é vista pelo governo e pela sociedade?

Jorge Alves – A RD esta inclusa no capitulo 6º da Lei Sobre Drogas... Na verdade há três maneiras para lidar com a questão das drogas. A primeira é a redução da oferta, que é trabalho polícia; a segunda é a redução da demanda que seriam as campanhas educativas para evitar o consumo e verificou-se que mais de 70% dos usuários não conseguiam ou não queriam parar de usar. Então foi elaborada uma resposta social de saúde publica para evitar que esta população venha ser infectada por estas patologias...
Quanto à sociedade ela carece ainda de informação sobre este assunto. Se você falar que um indivíduo vai chegar num local para fazer uma distribuição de seringas para evitar a disseminação da Aids, hepatites algumas pessoas podem confundir isto como incentivo ao uso, mas não é. Já foi visto que é muito mais barato para o governo e para as pessoas prevenir do que depois ter que tratar destas pessoas doentes – Até mesmo porque são doenças muito graves. Eu senti isto na pele e adotei isto como missão de vida, que é, lutar contra esta disseminação entre esta população usuária de drogas. Apesar de ser uma política governamental ainda há muita gente infelizmente que considera erroneamente a estratégia de Redução de Danos como um incentivo ou uma coisa assim... Ela surgiu depois que o Brasil tornou-se signatário universal dos direitos humanos.

PVFSD – Considerações finais.

Jorge Alves – As colocações finais que poderia dizer é algo que abrange o lado dos direitos humanos. No caso especifico da RD a própria consciência ética nos coloca num horizonte um tanto sinistro, pois, quando uma sociedade não reconhece o direito de uma pessoa que faz uso de drogas ilícitas, significa dizer que esta sociedade do ponto de vista ética está afirmando que umas pessoas são mais cidadãs que outras, portanto, a condição de cidadão passa a ser secundário em relação aos usuários de drogas ilícitas... No entanto, os usuários de álcool e de tabaco não têm sua cidadania negada na mesma intensidade do que os usuários de drogas ilícitas, simplesmente, porque fazem uso de drogas socialmente aceitas, ainda que, a dependência seja uma condição de saúde, ou seja, independente uma legalidade ou ilegalidade da drogas...A sociedade tem que articular respostas de saúde pública para estar protegendo estas pessoas também.

Finalizando, esta foi mais uma de varias entrevistas feita pelo programa Viva Feliz Sem Drogas com o intuito de levar aos internaltas a informação, pois somente através da comunicação que se podem eliminar os preconceitos criando uma condição favorável de conceitos e formação de opinião.

Ataíde Lemos, autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 14/04/2007 às 09h35
 
27/03/2007 09h18
ANVISA, Comunidade Terapêutica e o Preconceito.
As normas da ANVISA para o funcionamento das CTs de certa forma são bem vindas, pois, o propósito delas é dar melhores condições de tratamentos, de alojamento aqueles que buscam trata-se da dependência química através das CTs. Quem dera todas as entidades que atuam nesta área pudessem dar aos seus pacientes todas as condições necessárias como pede a Agencia da Vigilância Sanitária, sem a necessidade que ela exigisse baixar tais normas. Porem, vivemos uma realidade completamente diferente nas CTs. Enquanto há pouquíssimas CTs que ofereçam aos seus pacientes (recuperando) todas as condições seja de infra-estrutura, de corpo clinico os quais seus clientes são filhos de profissionais liberais classe A,B; são filhos de industriais, de grandes empresários ou mesmo filhos de políticos, a maiorias das CTs seus clientes são jovens e adultos moradores de rua, ou de famílias que vivem com 1, 2, 3 salários mínimos e que, jamais teriam acesso as estas clinicas citado acima. Muitas famílias não podem contribuir com 1 salário mínimo para manter seu ente numa CT pelo tempo necessário para desintoxicação. É comum famílias se unirem e pedir ajuda há outras entidades, associações, igrejas para poder manter o ente internado por um pequeno período numa CT. Como o processo de tratamento é lento e varia de pessoa para pessoa quando o ente dependente recai após uma internação a família tem que abrir mão de ajudar-lo novamente, pela vergonha de ter que pedir ajuda financeira de novo.

Atualmente mais de 90% das comunidades terapêuticas somente sobrevivem porque seus diretores são pessoas abnegadas e conseguem ajuda financeira de pessoas da sociedade que são imbuídas do espírito de solidariedade. Muitas destas contribuições pequenas vêm de pessoas extremamente espirituais e daquelas que já passaram pela drogas em sua família e que atuam em grupos de apoio. Há varias entidades que sobrevivem porque vendem produtos que os recuperandos produzem na laborterapia. Quase que a totalidade das CTs não recebem repasse algum governamental nem de ordem federal, estadual ou municipal. O que há são exceções, isto é, entidades que acabam sendo apadrinhados por políticos ou mesmo alguns gestores municipais que prioriza o social e então, fazem alguns tipos de convênios com CT, mas volto a dizer, são exceções.

A partir do exposto fica a pergunta; como entidades que vivem com o pires na mão, vivendo apenas do hoje para manter seus recuperandos pode atender as exigências da ANVISA? Jamais elas poderão se adequar a não ser que o estado que criou tais exigências repassem recursos a elas ou mesmo ele ( estado) assuma tais infra-estruturas, ou ainda que o estado faça sua parte promovendo convênios com as CTs para que assim, elas tenham condições financeiras para se adequarem o que pede a ANVISA.

Em todos os Encontros, Conferências, Fóruns promovidos onde o tema é drogas, as reivindicações das CTs é o repasse de recursos por parte do governo, coisa que nunca sai do papel.

Um outro ponto que queria abordar no artigo é que existe uma serie de criticas infundadas sobre as CTs. É comum vermos ser levantado que os diretores de CTs se aproveitam para extorqui seus recuperando ou, mesmo aplicando metodologias medievais e fundamentalistas àqueles que procuram tratamento. Vejo nestas criticas muitas inverdades.

Primeiramente, é preciso dizer que em tudo há os bons e os maus. Como há bons políticos tem os maus, como há empresas honestas existem as empresas desonestas; como há entidades sérias também há entidades desonestas. Esta questão de bem e de mal esta na pessoa e não podemos generalizar. Para isto existe a fiscalização, as leis que coíbem tais práticas. Quando o caso passa para a esfera ilícita quem deve atuar é a justiça. Não se pode generalizar, isto é, porque uma entidade é evangélica, é católica ou de uma outra qualquer espiritualidade ela é boa ou é ruim. Isto para mim tem um nome que se chama preconceito.

Ainda sobre a metodologia é preciso dizer que em qualquer CT o tempo de permanecia no tratamento está condicionado ao recuperando, mesmo que a entidade tenha um período predeterminado. Isto é, o recuperando sai no momento que tiver vontade, isto já elimina o conceito de metodologia medieval e fundamentalista, pois, o recuperando permanece na CT por livre espontânea vontade. Sendo assim, quando ele decide por permanecer é porque está de acordo com a metodologia aplicada.

Finalizando, não tenho duvida em afirmar que nos dias atuais a grande maioria de pessoas que tem problemas com drogas ou álcool e que estão em tratamento estão se tratando em alguma Comunidade Terapêutica. Como também não tenho duvida em afirmar que a grande maioria destes que estão em tratamento nas CTs são pessoas carentes sem condições de custearem seus tratamentos com 1 salário mínimo. Enfim, são estas entidades que não recebem ajuda alguma governamental que o estão atendendo e que agora a ANVISA (governo) quer fechar.

Ataide Lemos; autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 27/03/2007 às 09h18
 
25/03/2007 10h23
Comunidade Terapêutica e a ANVISA

            Sempre é preciso voltar ao mesmo tema; as Comunidades Terapêuticas e as normas da ANVISA que regulamentam o seu funcionamento. No início do ano foi realizado em Belo horizonte reunião com as Comunidades Terapêuticas (TC), o Governo Estadual e a ANVISA (este encontro foi idealizados pela Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas), cujo tema é o cumprimento das CT as normas da ANVISA para seu funcionamento. Pois bem, evidentemente é preciso dar boas condições de estruturas para os pacientes que procuram tratamento para a dependência química e também dar um tratamento de nível técnico de ótima qualidade com profissionais competentes e especialistas. Quanto esta questão é inquestionável.

 

            Porem, a realidade das CTs é uma muito diferente, pois a grande maioria delas atua sem recursos financeiros algum. Sem ajuda do Estado, do Município e do Judiciário. Muitas destas entidades somente estão funcionando porque alguns membros da sociedade colaboram; um ou outro paciente colabora com doação financeira e também porque seus diretores são pessoas de grande espiritualidade, de um profundo amor pelos seus semelhantes que acabam sacrificando sua vida profissional, sua vida pessoal e familiar por amor a estes que desejam e precisam de ajuda e, no entanto, não encontra nos órgãos públicos respaldo algum, apenas cobranças e exigências sem contra partidas.

 

            É inegável o êxito no tratamento a dependentes químicos realizados pelas CTs (partindo das primícias da complexidade que é a dependência química). Um tratamento que teoricamente é realizado apenas pelas experiências compartilhadas entre os recuperandos; normas de moradia que devem permear qualquer local onde habite mais de uma pessoa; e a liberdade dos pacientes em permanecer ou não na entidade. Enfim, um tratamento a partir do recuperando, apenas requentado com o amor necessário para que o recuperando possa dar continuidade ao seu tratamento.

 

            Porem a realidade que vemos hoje é a seguinte:

 

            1. O Estado não tem como assumir integralmente o tratamento a dependentes químicos. Não tem estrutura física e nem de recursos humanos.

 

            2. As clinicas não recebem mais para internação pessoas com problemas relacionados a álcool. Somente estão internando quando é constatado problemas psiquiátricos, algo que hoje cada vez mais vem sendo averiguado que dependência química na grande maioria não se trata desta doença. Isto é, na grande maioria dos dependentes químicos não há necessidade de serem tratados com medicamentos.

 

            3. Hoje as CTs são aquelas onde há maior números de pessoas se tratando da dependência química. Caso elas sejam obrigadas a fecharem suas portas por não conseguirem aplicar as normas que a ANVISA exige, estes pacientes não terão acesso ao tratamento e ficaram jogados nas ruas. Principalmente, usuários com problema relacionado ao álcool e outras drogas carentes.

 

            4. Poderíamos citar ainda outras realidades como a não simpatia de muitos profissionais de saúde em relação as Comunidades Terapêuticas que acabam criando obstáculos como criticas muitas vezes infundadas.


Ataide Lemos; autor dos livros:
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Apostila: Educador e educando o que saber sobre as drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 25/03/2007 às 10h23
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