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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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Meu Diário
17/06/2011 12h31
Legalização da Maconha

 

O cigarro (tabaco) possui uma grande quantidade de elementos químicos e já está provado cientificamente que todos que estão ao lado de um fumante acabam inalando os elementos, ou seja, é um fumante passivo, tanto que se tem criado Leis visando coibir fumar em locais fechados. No entanto, estes tipos de Leis não funcionam, pois é impossível fiscalizar. Pois bem, o tabaco é uma droga licita e assim, o fumante se desejar fumar 1, 2, 3, 5 maços por dia ele pode, pois não há restrição.
 
O álcool também é uma droga licita que provoca varias doenças. Para ela não restrição quanto beber passivamente, no entanto, sabemos o mal que ela causa tanto para o usuário dependente quanto para família e a sociedade. Sem duvida, o álcool é uma das piores drogas existentes, porque degrada o dependente, destrói a família e a sociedade e não há cura. Tornar-se um dependente é morrer e matar as pessoas aos poucos. No entanto, é uma droga que pode se beber a vontade, ou seja, se uma pessoa quiser tomar um tonel de álcool por dia não há nenhum problema.
 
Também é preciso ressaltar que o País gasta milhões e milhões de reais conseqüente das doenças causadas por estas duas drogas licitas. Gasta no tratamento do câncer derivado do tabaco e do álcool e tantas outras de ordem psíquicas causadas indiretamente por estas drogas.
 
Fiz este comentário inicial para falar sobre a maconha, uma droga ilícita que tem causado destaque na mídia e até representações judiciais para que procure liberar seu consumo. Como também coloquei acima, a licitude de uma droga dá o direito de consumir a vontade e sem moderação, mesmo que o Estado tente impedi-lo com Leis e normas. Enfim, não há como limitar o consumo.
 
Abaixo estão citados os efeitos da maconha:
 
Principais efeitos
 
 
Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis e estão intimamente ligados à dose utilizada, concentração de THC na erva consumida e reação do organismo do consumidor com a presença da droga.
 
Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minuto).
 
Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.
 
O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.
 
Os efeitos psíquicos são os mais variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.
 
Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano. (Por Eliene Percília Equipe Brasil Escola.). Ainda há dados científicos relatando que o uso da maconha pode causar esquizofrenia e também desencadear doenças psiquiátricas em pessoas que tem predisposição a alguma doença mental.
 
Pois bem, com a proibição do uso da maconha seu consumo é limitado, haja vista que o usuário tem que tomar os devidos cuidados para que não seja pego por autoridades policiais. No entanto ela sendo licita terá seu consumo em alta escala, e também não só os usuários, mas todos que estiverem próximos a eles, pois haverá os fumantes passivos também. Repito, a partir da droga liberada não há como ter controle sobre seu uso, mesmo que se tente passar isto para a sociedade. Se hoje, procura-se a todo custo reduzir o numero de fumantes, porque liberar a maconha, sendo que suas conseqüências são ainda mais graves do que o tabaco? Pois além das complicações orgânicas – como o tabaco – ainda há os efeitos psíquicos e sociais.
 
As pessoas, a sociedade não pode ser induzida ao erro por aqueles que lucrarão com sua legalização (Estado e outros). Não podem ser induzidos por aqueles que fumam maconha, ou simplesmente por aqueles que são papagaios dos ideólogos favoráveis a sua legalização. É preciso ouvir os profissionais da área de saúde. É preciso ouvir as entidades que atuam no tratamento as drogas. É necessário estar atendo vários segmentos. Enfim, é preciso entender que uma droga não se torna ilegal simplesmente por vontade de alguns, mas pelas comprovações de seus efeitos seja naquele que usa ou para toda sociedade de um modo geral. Hoje dizemos que a pior droga existe é o álcool e uma das razões porque é licita, amanhã poderemos dizer que a pior droga que há é a maconha, pela mesma razão; pense nisto.
 
Ataíde Lemos
Escritor e poeta 
Autor dos livros Drogas um vale escuro e grande desafio para familia 
O Amor Vence as Drogas
Publicado por Ataíde Lemos
em 17/06/2011 às 12h31