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Ataíde Lemos
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Temos visto repetidas vezes, o TSE, o TRE informar que as urnas eletrônicas são seguras, no entanto, da mesma forma estamos vendo inúmeras denuncias de fraudes, inclusive com vídeos (provas), declarações de inúmeros eleitores que denunciam fraude nelas. Partindo deste princípio, tem algo errado nelas e o TSE, está agindo de forma errada ao ignorar todas estas denúncias.

Particularmente, não acredito que as urnas saiam do TSE fraudadas, até porque, o TSE é sério e jamais faria algo neste sentido, porém, acredito que estas fraudes, caso esteja havendo, estão ocorrendo nas zonas e sessões eleitorais por agentes mal intencionadas e que trabalham ou militam por determinados candidatos ou partidos, ainda que não sejam filiados formalmente.  

Acredito que a fraude, caso esteja ocorrendo, não é em todas as urnas e em todos os Estados, porém, numa porcentagem que não provoque suspeitas e em Estados, zonas e sessões eleitorais cuja a probabilidade da fraude seja mais fácil devido as condições de fiscalização do Estado e também número grande de semi-alfabetos. Enfim, fraudes pontuais, que sem duvida, interfere no resultado final das eleições.

Todo fato que retira dos eleitores direitos à cidadania, de certa forma, é um golpe na democracia. É Importante, que o TSE se atente que os tempos mudaram e que a tecnologia veio tirar do escuro, das sombras tudo que no passado se fazia, esta é uma realidade que não tem mais como ocultar ou retroceder. Portanto, cada vez mais os brasileiros terão em suas mãos meios tecnológicos que exporá fraudes e outras ilicitudes criminosas e uma destas são as fraudes eleitorais em relação as urnas eletrônicas.

Da mesma maneira a tecnologia possibilita ao TSE, condições para que cada vez mais dê transparência no voto eletrônico, inclusive segurança e possibilidade de uma recontagem dos votos caso seja necessário.
O TSE precisa mudar a forma agir. Isto é, ao invés de ficar afirmando que as urnas eletrônicas são seguras, descobrir meios tecnológicos para que caso se detecta fraudes,  restitua a lisura do volto. Ou até mesmo crie outros meios de votação por Aplicativos, por exemplo, quem sabe.

A grande preocupação que o Estado alega sobre o voto impresso é o eleitor ser coagido. Ou seja, a compra de votos, mas por outro lado o eleitor não é coagido pelo cidadão comum, mas é roubado pelo Estado, pois, vota num candidato e seu voto vai para outro, ou ainda, vota, porém, seu voto não é computado.

Enfim, algo há se fazer, pois, a cada eleição o eleitor se sente mais fraudados e se intensifica as denuncias de fraudes nas urnas eletrônicas.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 11/10/2018


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