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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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          Empresas de comunicação e suas parcialidades ou não. 

     Sempre escrevo algo sobre a imprensa, e com mais ênfase ao jornalismo. Tenho pensado muito que parte dos profissionais recentes de jornalismos são idealistas e de certa forma utópico quanto à imparcialidade total da imprensa. Isto é, conviver com pensamentos de neutralidade da imprensa que somente pode acontecer em nossas mentes, no entanto, a realidade está sempre nos mostrar que não é bem por ai. 

     É bem verdade que sem utopia, sem um toque de idealismo jamais conseguimos viver, A esperança é sem duvida o alimento que nos faz olhar para frente e viver sempre na busca do futuro melhor. Temos que ser utópicos para que possamos atingir pelo menos o possível. Sonhar pequeno é atingir metas medíocres. 

     Pois bem, voltando ao tema proposto no artigo que é falar sobre a imprensa e deixando o utópico de lado, entrando na realidade, vemos que toda mídia de certa forma é veiculada segundo seus interesses. Sendo assim, ela nunca será imparcial totalmente, além do que, toda uma estrutura de matéria segue uma linha editorial, que por sua vez segue a tendência do diretor de cada de assunto a ser abordado. 

     Há determinadas matérias jornalísticas que não tem uma influencia direta de seus donos a ponto da matéria sofrer restrições financeiras ou provocar nela um mal estar que venha ter como resultados fatores negativos. No entanto, observamos que mesmo estas matérias acabam sendo abordadas segundo a tendência do responsável por aquela área respectivamente. 

     Já no caso de matérias políticas, ai sim, vemos uma total parcialidade, pois, mesmo que a mídia precise veicular tais noticiários que são manchetes nacionais no campo político, ela acaba sendo tendenciosa dando mais ênfase ou menos segundo o seus interesses. Na verdade, os donos das empresas de comunicação têm amigos de todos os lados e sabe que uma noticia desagrada interesses de um lado e beneficiam outros, sendo assim, onde pender mais os recursos financeiros é o lado que ela se pende. Esta é a grande realidade da imprensa seja no Brasil, seja no mundo. Um jornal, uma rede de televisão, uma imprensa falada sempre estará sujeito a interesses ideológicos, de grupo ou o maior deles o interesse financeiro de seus diretores. 

     Por outro lado há muitas matérias que não causam impacto negativo e que podem ser veiculadas com total isenção, são matérias relacionadas ao cotidiano. Estas certamente, são abordadas sem isenção. 

     Finalizando, vejo que a imprensa age da seguinte maneira; há matérias as quais são semi-parciais porque elas seguem o pensamento da linha editorial e já uma ideologia do setor responsável. Outras são extremamente parciais porque são matérias que tem peso de sobrevivência da empresa e que são matérias que seguem interesses de grupos. Por fim, há aquelas que são veiculadas com total imparcialidade por serem matérias secundarias, mesmo que sejam de grande relevância a veiculação se faz necessária noticiar imparcialmente por não criar constrangimentos para a empresa de comunicação. .

Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 27/01/2007


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