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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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                         A Venezuela abriu as portas 

     Parece que o mundo dá uns passos adiante, mas logo se volta novamente. Certamente, isto é fruto do homem e seus desejos. Desejos de poder. 

     Mais uma vez o mundo e com exclusividade a América Latina dá um passo atrás e já reinicia toda uma história que se pensava fazer parte do passado. O que se pensava que a globalização impediria de acontecer começamos a ver reacender através de Hugo Chávez. A pretensão dele não é algo difícil de se realizar, porém é trágico como se dá. A atitude dele certamente influencia todo o mundo criando expectativas ao mundo econômico. Há um ditado costumeiramente dito; “diga-me com quem andas, e direi quem és”. Inclusive é uma frase bíblica. 

     O mundo do capital não é feito de amadores, de empresários emotivos, pelo contrario, é feito de cobras, de bagres, isto é, pessoas escoladas que agem 99% com a razão e visando lucros. 

     Com este discurso e a pretensão de Hugo Chávez  fazer da Venezuela um país socialista, implementando uma ditadura, eternizando no poder, trouxe instabilidade a todos os paises cujos presidentes são parceiros e amigos próximos de Hugo Chávez. Qual empresário, não desconfiaria que as pretensões de Chávez não fossem conhecidas pelos seus presidentes amigos e aliados? Qual empresário mundial – que se é multimilionário é porque é uma pessoa de visão – não passa pela mente que, o que Chávez fez também possa ser feito pelos seus amigos e parceiros presidentes? 

     Chávez tem como ídolo Fidel Castro, Lula é um admirador de Chaves e tem como ídolo também Fidel Castro. Lula e Chávez fazem parte do Foro de São Paulo. Ficam aqui os pensamentos que se deve fazer, e estender a imaginação... 

     O que Chávez idealiza em fazer não é difícil de realizar. Basta ter o povo a seu favor. E para te-lo basta jogar o congresso nacional contra o povo, desmoralizando-o; manter uma base de parlamentares subservientes; aumentarem a política assistencialista, por fim, atrair o máximo possível de empresas privadas criando uma estrutura econômica e ai dar o golpe estatizando-as. Não existe democracia, não há instituição que sobreviva ao desejo do povo. Paises pobres dependem do governo federal. A grande maior parte da sociedade é apolitizada. 

     Hoje grande parte dos países da América do Sul, incluindo o Brasil está volúvel a um golpe como o que se está dando na Venezuela, pela pobreza do seu povo, pela necessidade de 80% dos brasileiros do governo federal. 

     O mundo está com o pensamento voltado ao Iraque, ao EUA e suas políticas para resolver a encrenca que os americanos arrumaram invadindo aquele país, então, não está se dando conta que está ocorrendo na América do Sul. 

     A porta está aberta para uma nova ordem social e política; para uma nova implementação da ditadura. Basta apenas esperar o resultado do que ocorrer na Venezuela.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 11/01/2007
Alterado em 11/01/2007


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