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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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Meu Diário
01/03/2009 09h18
Porque proibir o consumo de drogas
            Sempre ouvimos questionamentos de pessoas sobre a proibição das drogas. É comum ouvirmos a seguinte frase “No passado era liberado, porque hoje não é mais?”, outros justificam como hipocrisia a proibição, encaram como uma forma demagógica de esconder os problemas emocionais de uma sociedade doente e hipócrita.
            Pois bem, gostaria de escrever sobre este assunto, por acreditar ser importante sua proibição, embora saibamos que a proibição ela é em tese, pois indiretamente todos acabam consumindo determinadas drogas como medicamentos e outros, e também, porque drogas nocivas ao Ser humano são vendidas livremente como o álcool e o cigarro.
            Penso que todo país gostaria de ganhar com a venda de drogas. Isto é, se olharmos a grosso modo a proibição em termos econômicos não seria interessante para nenhum país, no entanto, as maiorias deles adotam Leis que proíbem o uso de determinadas drogas. Ai vem à pergunta; porque então proibir? A minha resposta é; porque determinadas drogas seus malefícios são de proporções irreparáveis. Enfim, elas são causadoras de doenças tanto físicas, quanto psíquica e de dimensão social, tanto que se diz que o dependente químico é doente bio-psico-social.   
            Se no passado determinadas drogas eram licitas, no meu entender, eram porque não tinham estudos que comprovassem como se tem atualmente de seus efeitos biológicos e psíquicos. Foi a evolução do conhecimento cientifico que levou as nações se preocuparem com determinadas drogas e proibirem o seu consumo. Enfim, foi a comunidade cientifica que trouxe à luz seus efeitos levando as autoridades e a sociedade de um modo geral, dizer não para determinadas drogas.
             Quanto mais se avançam em estudos científicos. Quanto mais vemos por experiência no dia a dia tratando dependentes químicos. Quanto mais atuamos junto a familiares com entes dependentes observamos o grande problema derivados do consumo de drogas de ordem biológica, emocional e social. São adolescentes, jovens com seus futuros ceifados. São inúmeras famílias destruídas.
            Evidentemente, sabemos que as drogas são apenas válvulas por onde retém ou liberta sentimentos, carências, angústias emocionais, etc. Enfim, o grande problema não são as drogas, mas sim, o Ser humano, no entanto, é preciso que se contenha seu uso, para que o individuo não recorra a ela como forma de “resolver” seus problemas psicológicos, mais sim, em outras fontes que possam sanar de fato suas necessidades emocionais.
            Todos somos conscientes que a proibição do consumo por si só não inibe o uso, pois, uma vez a pessoa experimentar e sentindo um beneficio físico e emocional irá recorrer a ela, vai buscá-la onde ela estiver e vai pagar o preço que lhe pedirem, no entanto, a proibição inibi o comércio. Em suma, a proibição, mais um trabalho efetivo de contenção da demanda, através da conscientização de seus malefícios são capazes de diminuir o consumo.
           
Ataíde Lemos: escritor e poeta
 
Canal You Tube
http://br.youtube.com/ataidelemos
 
Livros publicados:
 
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família; O Amor Vence as Drogas; Palavras Expressão dos Sentimentos (poesia)
Blog: www.ataide.recantodasletras.com.br
 

Publicado por Ataíde Lemos em 01/03/2009 às 09h18
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
31/01/2009 09h34
O que fazer para ajudar um ente dependente?
            Sempre recebo e-mails de pessoas angustiadas com algum ente se acabando nas drogas. São palavras repletas de dor, por seus familiares se encontrarem perdidos, com as mãos atadas. Sem encontrar entidades para que seus entes possam se tratar, e quando aparece, a família não tem condições financeiras para custear o tratamento. 

            Gostaria de tratar deste tema. Pois bem, infelizmente temos uma realidade difícil quanto a este aspecto. O governo em relação às drogas se preocupa mais em fazer marketing, isto é, falar muito sobre as drogas, promover Conferências, promover eventos de mídia, porém, investir quase nada em tratamento. Todos que atuam nesta área sabem bem o que escrevo. Nas Conferências, nos Fóruns a sociedade faz inúmeras propostas, porém somente fica nos livros e não há implementação de quase nada do que ela propõe. O que observamos nestes eventos são holofotes e políticos procurando as luzes para aparecerem. Esta é a grande realidade.

            No entanto, a vida precisa continuar apesar da falta de tratamento, da falta de assistência pelo Estado o problema está ai, isto é, as pessoas estão se drogando, morrendo. As famílias estão sofrendo com a dependência e algo precisa ser feito. Então, tem as entidades como, por exemplo, as comunidades terapêuticas, os grupos de mutua ajuda tanto para os dependentes quanto para as famílias, porém atuando sem recursos financeiros, sem poder dar um tratamento de excelente qualidade aos seus pacientes e recuperandos, pois precisam mendigar a sociedade para conseguir alimentos e pagar suas despesas. Afinal, sem recurso é difícil fazer alguma coisa, mas elas estão ai, fazendo sua parte dando sua contribuição apesar do Estado. Digo apesar devido o Estado nada fazer, ainda viver cobrando eficiência, qualidade com inúmeras exigências das entidades.

            Mas, quando falamos em tratamento há outro agravante; que é a pessoa que se encontra dependente, pois o tratamento somente pode ocorrer por vontade própria. Não adianta a família querer se o dependente não consegue perceber que precisa de ajuda. Se ele está se acabando, a família está vendo, porém ele ainda não se deu conta das conseqüências que está ocorrendo e ocorrerá com ele no organismo, no psíquico ou mesmo social. 

            A partir disto o que a família pode e deve fazer? Segundo meu pensamento, é procurar se informar sobre dependência química, ler sobre o assunto, participar de palestras. Enfim estar por dentro da realidade das drogas. 

            Porém também é fundamental que a família trabalhe o seu emocional, isto ela encontrará na participação efetiva em grupos de mutua ajuda, pois nestes grupos a família não tem necessidade de pagar, é bem recebida e vai aprender como resgatar a auto-estima. Mas, sobretudo estará apta para no momento certo em que seu ente pedir ajuda conseguir ajudá-lo de fato. É comum nestes grupos de mutua ajuda pessoas conhecerem entidades que fazem tratamento com preços mais acessíveis, bem como até mesmo colaborar financeiramente fazendo rateios entre os membros para internação de um ente. 

            Finalizando, penso que o caminho para famílias que tem problemas com dependentes em seus lares é procurar orientação nos grupos de mutua ajuda, pois, se depender do Estado para ajudá-las vão se adoecer mais ainda. Há vários grupos como o Amor Exigente, Alanom, Pastoral da sobriedade e outros.
           
            Ataíde Lemos - Escritor e Poeta
           Autor dos livros:     
           Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
           O Amor Vence as Drogas
           Adquirindo os 2 livros envio por anexo gratuitamente Apostila      
           Educador e Educando o que Saber Sobre as Drogas. 

 

Publicado por Ataíde Lemos em 31/01/2009 às 09h34
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29/11/2008 08h55
Vencer as drogas é uma travessia
            Certa vez o povo de Deus saiu de sua terra e foi para o Egito, com o passar do tempo foram tornando-se escravos, até que Deus através de Moisés conseguiu libertá-los. A libertação foi difícil, somente após varias pragas que o Faraó permitiu a liberdade. 

            Durante mais de 40 anos o povo caminhou no deserto rumo a terra prometida, nesta caminhada eles murmuraram, reclamaram fizeram de tudo contra Deus, mas mesmo assim, Ele manteve fiel a Sua promessa ainda que sobre insultos e zombaria daqueles que estavam sendo libertos. E assim, depois de longo tempo os que foram perseverantes conquistaram a terra tão sonhada e lá construíram seus reinos e ergueram uma nação.

            Pois bem, o homem na busca da felicidade, na tentativa de vencer suas deficiências, suas carências acaba procurando atalhos, procurando fugas e encontrando nas drogas estas muletas, estas falsas ilusões de felicidade, de suplemento para suas fantasias, etc. 

            Mesmo sabendo que fazer a experiência das drogas é um alto risco, acredita que, com ele nada vai acontecer, pensa que terá o controle da situação. Enfim, acreditam que se outros se tornam dependentes é porque são fracos, etc.

            No principio ele se “realiza na droga”, curte toda fantasia, encontra nela o alimento para eliminar suas frustrações, a adrenalina para viver fortes emoções. Encontra nela a mentira que resolveu seus problemas de sexualidade. Em suma, a droga o realiza e lhe produz uma sensação tão prazerosa que o próprio corpo gosta, sente-se bem e começa também a querer sentir sempre esta sensação de bem estar. Então, sem se dar conta a pessoa vai sendo conduzida pela droga, vai mudando seu comportamento, seu caráter até transformar-se numa outra pessoa cujo ela já não se governa, mas sim, é governado pela droga. 

            Depois de longos anos fazendo o uso, a droga muda de concepção na vida do usuário, deixa de ser o prazer, a ilusão, a alegria e torna-se um pesadelo, uma angustia e assim o dependente passa de um estado de euforia, de vida e entra num estado de morte física, emocional, social e espiritual totalmente descaracterizado de si mesmo. Encontra-se perdido em sua identidade. Enfim, encontra-se escravo de um remédio que agora se tornou veneno. 

            Alguns conseguem forças e pede socorro para conseguir libertarem-se, outros acabam sendo engolidos por ela. Aqueles que pedem ajuda entram num processo de caminhada para a vida e ai, iniciam através de longo tempo uma peregrinação rumo à terra prometida buscando vencer os desafios das drogas travando uma luta interior entre voltar para a escravidão ou perseverar até vislumbrar a luz desta nova terra.  

            Mas não é fácil ser perseverante, ao mesmo tempo em que existe uma força que a leva seguir em frente, há outra voltada para trás, querendo retorná-lo à escravidão. E assim, nesta travessia o dependente químico trava intensas batalhas consigo mesmo, muitos param no caminho, desistem, retornam. 

            Finalizando, esta passagem bíblica do povo de Israel no deserto que foi de múrmuros, de lutas, de perseverança para conquistar a terra prometida é a mesma que se trava num tratamento de dependência química. Não é fácil, mas é possível, porém exige perseverança, exige reformulação de vida, exige reconstruir a identidade perdida ou fazer uma nova.
 
           
Administro palestras sobre drogas ( entrar em contato)
Ataíde Lemos
 
Escritor e poeta
Livros publicados
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Livro de poesia Palavras Expressão dos Sentimentos

 

Publicado por Ataíde Lemos em 29/11/2008 às 08h55
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24/11/2008 14h12
Família, Prevenção e Tratamento ás Drogas

 


             O grande desafio de trabalhar a prevenção e o tratamento às drogas está associado ao desafio que os pais têm em relação na educação que precisam passar aos filhos.  Pois, o que acontece num tratamento à dependentes químicos é exatamente o resgate de valores. Por meio de reuniões individuais ou de grupos, através de momentos de espiritualidade procuramos resgatar ou inserir valores como social, humano, espiritual no objetivo de levar o recuperando a buscar outras alternativas para que consiga ser feliz e sentir inserido dentro da sociedade, construindo objetivos para sua vida e assim, não recorrer às drogas. Enfim, o tratamento através de comunidades terapêuticas se dá pela educação e reformulação de valores para superar, para preencher o vazio existencial e aberto pela não ingestão da droga.


            Voltando então a prevenção às drogas, é fundamental que os pais procurem primeiramente conhecerem mais sobre esta doença chamada dependência química. Estar atento sobre as conseqüências das drogas no organismo, no psíquico e terem com fundamentos na educação dos filhos. Enquanto crianças, inserir nelas conceitos, valores que certamente irão nutri-los em suas bases estruturais para que quando este (adolescente) estiver na fase das descobertas sintam-se preparadas para este grande desafio. Esta educação será fundamental para que o adolescente saiba fazer as escolhas certas.


            Os pais precisam ser conscientes que as drogas estão a disposição dos filhos e que, cada vez ela se torna mais acessível à eles, que as drogas para muitos no primeiro momento trará sensações que propiciarão a continuidade do uso. A partir deste risco concreto – o contato com a droga – será formação psicológica do adolescente responsável pela experiência ou não da droga.


            Há certos valores que somente podem ser repassado pelos pais. Ainda que a sociedade, as instituições privadas e públicas promovam o fortalecimento para resistência as drogas não são tão eficazes quanto a educação recebida no âmbito familiar.


            É preciso ressaltar, mesmo que os filhos tenham uma formação estruturada, que recebam boa educação em todos os aspectos como espiritual, social, etc. não estão inume de experimentar droga e se tornar um dependente químico. No entanto, a porcentagem se reduz consideravelmente como também o dialogo na busca de tratamento torna-se mais comum quando o dependente tem uma excelente formação educacional dada pelos pais.


            Ainda que a dependência seja uma doença compulsiva e  o dependente ao encontrar-se em estagio avançado o diálogo torna-se mais complicado, não há duvida que, quando os pais conhecem sobre a dependência química a tendência natural é diálogos entre pais e filho (a) ocorrerem. E por fim, quando o dependente recorre ao tratamento se abre mais na busca de ajuda, e assim, o trabalho psicoterapêutico como também a espiritualidade se fluem melhor, como conseqüência o resgate de valores torna-se mais fácil.   


            Enfim, a base da prevenção às drogas está na família a partir de uma educação responsável desde os primeiros anos como também na formação de valores que devem permear o Ser humano.


              


Ataíde Lemos


Faço palestras sobre drogas


Autor dos livros


Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio Para Família.


O Amor Vence as Drogas.  


Publicado por Ataíde Lemos em 24/11/2008 às 14h12
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12/11/2008 16h35
Prevenção às drogas exige participação da família

            Um dos grandes desafios da família é quando depara com um ente dependente seja ele de álcool ou de outras drogas. É comum as famílias somente procurarem ajuda quando o problema já se encontra complexo, isto é, a família já está doente e o ente está em estagio avançado da doença. 

            O alcoolismo ou dependência química é uma doença, jamais podemos desconsiderar isto, pois quando falamos em doença psicologicamente já passamos a tratá-la como tal, ao contrario do que ocorre enquanto ficamos com a falsa idéia que dependência seja coisa como vagabundagem, defeito de caráter, etc. Ao pensarmos assim, não consideramos a pessoa que se encontra dependente, não procuramos tratamento. 

            Pois bem, a partir do colocado acima, gostaria de levantar uma reflexão. Porque as famílias se desestruturam e deixam que a doença chegue num grau acentuado para procurar ajuda e recorrer a tratamentos? 

            Quando falamos em prevenção às drogas, precisamos levar em conta não somente para que adolescentes e jovens não venham fazer uso de drogas, mas é preciso que a sociedade, as famílias se envolvam em trabalhos de prevenção. Por exemplo, os pais precisam inserir-se nas instituições de ensino participando e cobrando projetos pedagógicos antidrogas como curso, palestras e tantas outras formas de informação e formação dos alunos. Certamente quando os pais, escolas compartilham ações preventivas às drogas, os efeitos positivos são maiores.

            Outro fator e responsabilidadedos pais está na promoção e participação de tantas outras formas de prevenção às drogas. Há inúmeras entidades que atuam nesta área e que estão aptas para ministrarem palestras, cursos de formação, etc. Enfim, é necessário que os pais se sentem responsáveis nesta luta contra as drogas, não deixando para que as entidades cheguem até eles, pelo contrario, os pais procurem entidades passando a inteirar-se dentro desta realidade. As palavras arrastam, mas testemunhos oculares têm uma forma maior de sensibilização.

            O mais comum que observamos é a falta de conhecimentos dos pais sobre drogas. Na maioria das entrevistas com familiares de dependentes a pergunta deles é: “O que é que eu faço?”.

            Tudo isto ocorre por um simples fato; as famílias somente procuram saber sobre drogas, sobre dependência química quando o problema já se instalou em casa e está em estagio avançado. No entanto, quando a dependência atinge este patamar, infelizmente todos da família encontram-se doentes. 

            As famílias, a sociedade precisa ter em mente que dependência é uma doença bio-psico-social e que, uma vez instalada não há cura – há sobriedade. Ocorre a interrupção no uso, mas ela permanece encubada até ser provocada no organismo novamente, isto surge com o retorno do primeiro contato com a droga após ter parado. 

            Outro fato que a família e a sociedade precisam ter consciência é que, são poucos, em média 3% daqueles que procuram tratamento conseguem esta sobriedade segundo Organização Mundial da Saúde (OMS). 

            Enfim, a partir dela (dependência química) instalada no organismo a família do dependente perdeu o controle dele (dependente), e o tratamento, estará condicionado a ele. No entanto, a família que tem um conhecimento profundo sobre o assunto saberá como se posicionar e buscar ajuda para o dependente quanto para ela mesma.  

            Finalizando, é fundamental que a família saia do comodismo; informe-se por todos meios disponíveis como, por exemplo, livros, palestras, curso, etc. Que a família seja parceira de seus filhos atuando junto aos diversos meios da Educação institucional como as escolas cobrando e participação na fomentação de projetos pedagógicos incluindo a prevenção às drogas de maneira sistemática no ensino. Como também participar ativamente nas entidades que atuam nesta área para que assim, possa antecipar uma eventual dependência química de seus entes, e caso isto não seja possível, saber como lidar com o problema. 

Ataíde Lemos

 
Ministro palestras
Escritor e poeta
Livros publicados
Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família
O Amor Vence as Drogas
Livro de poesia Palavras Expressão dos Sentimentos

Publicado por Ataíde Lemos em 12/11/2008 às 16h35



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