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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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04/06/2009 12h03
Drogas um problema de saúde parte II
          Escrevi recentemente o Artigo “Drogas um problema sério de saúde” onde exponho do porque a dificuldade seja do iniciante nas drogas deixar de usa-la como também a dificuldade de alguém que já esteja em alto grau de dependência conseguir sair totalmente, isto é, manter uma sobriedade permanente, já que conforme comprovações, para dependência química não há uma cura definitiva e sim, uma sobriedade a partir do momento que a pessoa não faça mais uso dela.

          Ao ler o Artigo certamente virá uma frustração tanto por parte de alguém que tenha um ente iniciando nas drogas como alguém que seja dependente e esteja querendo parar, pois sentirá certo desanimo ao observar tamanha dificuldade que é vencer as drogas. 

          Pois bem, o Artigo embora seja até certo ponto duro é realista e precisa ser dito para que não se construa ilusão naquele que vai procurar tratamento, também para que família não iluda ou tente se iludir acreditando que dependência é uma doença que exige apenas o esforço do ente dependente, mas sim, que é um compromisso de toda ela. E também esta realidade descrita serve para que a família conheça mais sobre drogas se preocupando de maneira mais consistente na educação de seus filhos frente está triste realidade. É muito mais fácil ajudar um ente que esteja usando drogas quando se tem conhecimento sobre esta doença. 

          Há doze anos atuo na área de tratamento a dependentes químicos por meio de comunidade terapêutica e já tive a oportunidade de atender dependentes químicos que passaram por todos os tipos de tratamento; dependentes que já estiveram em comunidade terapêuticas mais renomadas do país, trabalhar com todas faixas etária de dependentes como adolescentes, jovens, adultos, idosos. Durante estes anos também trabalhei com dependentes de classe econômica alta e pessoas extremamente carentes, com dependentes de curso primário e de cursos univertarios. Pessoas de cidades pequenas, zonas rurais como aqueles dos grandes centros. Dependentes de famílias estruturadas ou não. Enfim, pude observar todas realidades biológicas, psíquicas e sociais no que tange a dependência química e o que observa é: as realidades são as mais diversas, no entanto, o final é o mesmo, a grande dificuldade que existe para que as pessoas que se tornaram dependentes conseguirem de fato deixarem as drogas.
 
          No entanto, também há fatores positivos, pois podemos observar que alguns venceram as drogas. Outros ainda que não conseguiram vence-la totalmente, hoje suas relações com ela (droga) mudou muito, há maior permanência sem usa-la, ocorrendo apenas recaídas, porém já estão mais preparados psicologicamente tendo facilidade em buscar tratamento mantendo assim, mais tempo em sobriedade e quando recaem ao perceberem da dificuldade de superar a recaída buscam tratamento com mais freqüência. 
 
          Ataíde Lemos; Poeta e Escritor.
 
http://www.youtube.com/ataidelemos?gl=BR&hl=pt
Livros: O Amor Vence as Drogas;
Drogas Um Vale Escuro e Desafio para Família;

Publicado por Ataíde Lemos em 04/06/2009 às 12h03
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
30/05/2009 13h44
Drogas um problema sério de saúde
  
           Gostaria de refletir um pouco da dificuldade existente em convencer alguém que esteja inicialmente fazendo uso de drogas parar como também a dificuldade daquele que já se encontra dependente conseguir deixa-la.

          Pois bem, o que leva alguém manter uso de drogas é o beneficio emocional e orgânico (pré-disposição) existente na grande maioria das pessoas. Certamente, o beneficio inicialmente sentido por aquele esteja no inicio de uma dependência é o emocional, isto é, seu uso leva a pessoa sentir-se um bem estar, um alivio psicológico, um aumento na adrenalina, e isto o faz sempre recorrer a ela quando sente uma necessidade emocional. Outro fator é que, na fase inicial as drogas usadas comumente são a maconha, bebida onde o adolescente, o jovem têm a falsa idéia que são drogas mais leves. É preciso ressaltar também que o uso inicial não é continuo, levando o usuário imaginar que tem controle sobre ela. 


          Abrindo um parêntese; não é difícil de entender porque o adolescente não escuta as pessoas em relação ao mal provocado pelas drogas na fase inicial, pois nesta fase a droga não dá sensação para o usuário de dependência, pelo contrario, ela proporciona um bem estar, ainda que saibamos que seja ilusório. Outro fator também é a maneira que ela é abordada aos adolescentes usuários indo contra ao que ele sente, ou melhor, o que ele concebe ao fazer o uso. Enfim, o discurso usado para não se usar drogas é contraditório em seu pensamento.

 
            Portanto, infelizmente, na fase inicial da dependência o usuário não dá ouvidos aos malefícios que a droga provoca devido ele mesmo não conseguir perceber seus efeitos biológicos. Não perceber sua mudança de comportamento e também a mudança de seu estado psíquico. Portanto é muito difícil reverter um adolescente ou jovem usuário a deixar de fazer uso de drogas nesta fase.

 
            Pois bem, o usuário somente perceberá que está dependente quando de fato já se encontrar comprometido biológico, social e emocionalmente. No entanto, quando este atinge tal estado, ocorre contrariamente da fase inicial, seu sistema nervoso central (SNC) está completamente dependente a ponto do dependente estar comprometido muitas vezes até psiquiatricamente e assim, com sérios problemas que não lhe permite mais uma sobriedade permanente.

 
            Quando os profissionais da saúde afirmam da dificuldade de alguém deixar as drogas é levando em consideração todo um quadro de comprometimentos seja de ordem biológica, psíquica ou mesmo psiquiátrica de alguém que durante anos, décadas enviou drogas ao SNC comprometendo-o e modificando toda sua estrutura de organização e funcionamento. 


            Em suma, quando se fala em dependência química deve ser levados a sério pelos adolescentes, jovens, famílias e sociedade de um modo geral, pois quando se diz que é um caminho sem volta não é alarmismo, não é terrorismo psicológico e sim, é uma constatação, enfim, é a mais crua realidade. Pois um iniciante nas drogas não dá ouvidos e continuará a fazer o uso até tornar-se dependente e, aqueles que já se encontram dependentes muitos deles não conseguem mais força biológicas e nem psíquicas para deixa-las. Isto tanto é verdade que segundo a Organização Mundial da Saúde, pouquíssimos são aqueles que conseguem sair das drogas. 

          Não quero ser pessimista nestas afirmações, mas sim realista diante o grande problema que são as drogas devendo ser levado a sério pelo Estado, mas também pela família quanto à informação sobre dependência química para que assim, procurem trabalhar melhor na educação de seus filhos evitando-os a recorrerem à elas. 

Ataíde Lemos: Escritor e Poeta
Livros: O Amor Vence as Drogas;
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Publicado por Ataíde Lemos em 30/05/2009 às 13h44
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28/03/2009 00h20
Tratamento Dependência química por internação
            Muitas vezes pessoas ou mesmo familiares não entendem a internação para tratamento de dependência química. Uns acreditam não ser necessária, outras quando seus entes desejam interna-se parece que o mundo vai acabar. Já presenciei muitas internações onde os familiares expressam uma profunda amargura ao deixarem seus entes nas clinicas de tratamento. É como se ao invés de estarem entrando num tratamento estão sendo presos.
            Pois bem, gostaria de abordar um pouco sobre este tema. Primeiramente, inicio com uma exclamação: porque procurar internação! Inicialmente, precisamos entender que cada pessoa é única, ninguém são iguais. Cada um tem sua personalidade, seu comportamento seja psíquico ou orgânico. Então o que determinada pessoa consegue outra não. Já vimos e sabemos de casos de pessoas que um dia disseram pra si mesmo: “vou parar de beber, vou parar de usar drogas, vou parar de fumar” e de fato deixaram e estão ai ha anos, décadas sóbrios. No entanto, é preciso dizer que estes casos são poucos. O comum é a pessoa dizer que vai parar, resisti um tempo e depois retornar e às vezes pior que antes.
            Também vemos casos em que as pessoas acabam deixando de usar drogas ou beberem por meio de medicamentos, isto é, vivem sobre efeito de psicotrópicos seja para conter a ansiedade ou a depressão e assim, vivem durante tempo sem usar drogas ou beberem. Há também aqueles que deixam através de tratamentos psicoterapêuticos. Fazem sessões de psicoterapia juntamente com uso de medicamentos. Ainda há aqueles que não tomam medicamento, não fazem sessões de tratamento com profissionais, apenas participam de grupos de mutua ajuda e assim, também conquistam uma sobriedade duradoura.
            No entanto, observamos que a grande maioria não consegue deixar as drogas sem ajuda, não conseguem substituir as drogas, isto é, apenas usar medicamentos psicotrópicos. Também nem com reuniões individuais e por fim, não conseguem através dos grupos de mutua ajuda. Nestes casos somente uma internação pode ser o caminho mais viável para o tratamento.
            Pois bem, porque a internação então? Há momentos em nossa vida que precisamos afastar do meio em que vivemos tanto fisicamente como psicologicamente para cuidarmos de nosso bem estar. E dedicarmos tempo integral para o crescimento emocional recompondo a mente, o espírito bem como direcionarmos para o futuro.É muito difícil pensar, refletir a vida quando precisamos mudar o rumo, a direção diante os apelos de uma vida que nos convida ao contrário.
            Uma pessoa dependente química ou alcoólatra seus amigos na grande maioria são também usuários, alcoólatras, sendo assim a todos os momentos se está em contatos com eles e sendo convidados para o uso de drogas. Como resistir a este apelo que se faz a todo o momento? Portanto, este é um motivo onde a pessoa precisa afastar por um tempo. Outra situação: infelizmente, hoje cada quadra de rua tem uma biqueira, tem um bar. Como resistir a tentação de ficar passando todo instante a estes lugares que são convidativos para o dependente? Enfim, outro motivo para se afastar destes ambientes.
            Enfim, a internação tem este propósito que também é criar um clima longe dos “amigos” e dos ambientes que se torna um complicador para aquele que de fato querem trabalhar sua sobriedade.
            Ainda é preciso dizer que a internação, como dito acima, é direcionada a dar oportunidade de, a pessoa refletir seu Eu psicológico, social e espiritual e assim, iniciar um processo de restauração e reeducação onde por meio de pessoas que vivem a mesma realidade juntos possam atingir o objetivo.
            Finalizando, o tratamento por meio da internação é de certa maneira muito positiva, pois, para aqueles que querem deixar as drogas, mas não conseguem sozinhos tem a oportunidade de crescer de forma intensa, transformando-se numa nova pessoa, onde o deixar as drogas não lhe causam dor, mas sim, conseguem atingir uma qualidade de vida.
           
 
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 Drogas Um Vale Escuro e Grande Desafio para Família; O Amor Vence as Drogas; Palavras Expressão dos Sentimentos (poesia)
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Publicado por Ataíde Lemos em 28/03/2009 às 00h20
 
22/03/2009 09h33
Como Vencer as Drogas?
             Como deixar de consumir algo que aparentemente faz bem emocionalmente?
            Como deixar de fazer uso de algo que provoca uma sensação de conforto e alivio orgânico?
            Como deixar de fazer uso de algo que faz parte do dia a dia, se de certa forma, vivemos o presente e quando o passado não incomoda mais, esquecemos?
            Como deixar de consumir algo que se tornou de uso automático, isto é, quando vem o desejo mesmo sem pensar já está se consumindo?
            Como deixar de consumir algo que não assusta porque não se consegue aceitar dependente, muito menos doente?
            São questionamentos como estes que certamente dificultam as pessoas se darem conta que estão se destruindo. São os prazeres, é a sensação de bem estar que impede de enxergar além do horizonte. Mas, o que também influencia é não buscar outras fontes de prazeres, confortos emocional ficando a enxergar apenas uma única direção, um único caminho a seguir. O que influencia, é a falta de sonhos, de ir ao encontro de novos objetivos de vida além daqueles existentes. O que influencia, é a falta de metas ousadas e corajosas para o futuro. É o acovardamento de enfrentamento das barreiras existentes no dia a dia. O que influencia é enxergar o mundo extremamente pequeno e estreito e vive-lo dentro de uma ótica egocêntrica.
            Na verdade, eu sou aquilo que quero ser e vivo de maneira que pretendo viver, limitando a vida simplesmente, não sendo ousado o suficiente para quebrar os limites existenciais. Devemos procurar sempre expandir nossos limites. Na verdade, nossos limites são construídos por nós mesmo.
            Sair das drogas é ter a coragem de ser ousado. É desafiar a mesmice e mergulhar noutros horizontes, outros mares; é buscar outros propósitos para a vida e entender que mesmo tendo que enfrentar o desejo, o prazer, a sensação prazerosa da droga a vida é mais ampla que se imagina ser.
            Embora, a droga possa dar sensação de liberdade ela limita a vida, ainda que seja apenas um usuário, pois buscar nela um relaxamento, uma ativação sexual é no fundo uma falta de liberdade, pois a liberdade consiste em ter o direito de ser o que quer ser, estar emocionalmente como quiser sem uso qualquer substancia química. Na verdade, o prazer, a liberdade produzida pela droga é mentirosa, a sensação ocorre única e exclusivamente porque ela altera o SNC, então esta liberdade é fictícia.
            Nosso psíquico tem o domínio sobre nosso biológico. Há muitas doenças orgânicas que são psicossomáticas e que, por meio de nosso psíquico podemos alterar o funcionamento de nosso orgânico. A partir do momento que buscamos construir uma nova filosofia de vida; que ampliamos o sentido de nossa existência; que o egocentrismo diminua levando-nos a perceber que fazemos parte da sociedade, isto é, somos uma célula e não um corpo no universo social; que contraímos metas e objetivos certamente, nossa energia, nossa mente se canaliza para esta direção que exclui a droga e então, ela passa a ser algo inexpressível e não atraente.
 
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Publicado por Ataíde Lemos em 22/03/2009 às 09h33
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19/03/2009 12h23
Oração da Serenidade
            A oração da Serenidade são pérolas de palavras e de pensamentos que pode ter múltiplas interpretações positivas. Com nosso aprendizado no campo da drogadição, cada vez mais enriquecemos nestas interpretações.
 
            Todas as vezes que iniciamos nossas reuniões na entidade (Comunidade Terapêutica) inicia-se com esta oração e varias vezes se desenvolvendo todos os trabalhos de grupo a partir dela.
 
            Em tudo o que fazemos precisamos exercer esta virtude, que é a serenidade, também sinônimo de equilibro, pois, sem a serenidade não se tem como refletir nossa vida, nosso comportamento. Enfim, não tem como enfrentar todas as dificuldades que são comuns no cotidiano. Quando adentramos na questão das drogas e na busca de ajuda, sem a serenidade somos incapazes de perceber a natureza exata de nossos limites e do mal provocado como conseqüência do uso de drogas.
 
            Não somos Seres perfeitos temos nossas carências, nossos limites físicos emocionais, sociais, financeiros e intelectuais... Temos nossas sombras que nos acompanham pela vida a fora. Que por sinal é algo positivo por nos colocar em pé de igualdade a todos. Nossas sombras sempre são aqueles desejos, impulsos, fantasias os quais temos e que muitas vezes pela cultura, regras sociais acabam nos privando de externá-los. Estas sombras mantêm de certa forma o equilíbrio emocional que na verdade nos faz diferentes dos outros animais.
 
            Temos nossa personalidade. Temos certos defeitos ou determinadas coisas que não gostamos em nós, por exemplo, a estética física, nossos pais; a condição social enfim, varias coisas que nos leva à angustias interiores. Também há aquelas que estão relacionados a outros, neste sentido, não temos como mudar tais comportamentos ou atitudes que fogem ao nosso domínio. Também há situações que o tempo não se reverte. Há experiências vividas no passado que não podem serem mudados. Uma vez um ato praticado ele está feito e certamente haverá conseqüências. Por exemplo, quando se queima um papel, ele não se recompõe; quando se agride alguém a sensação da dor não se reverte.
 
            Quando aqui entramos na questão das drogas muitos dos atos praticados, dificilmente poderá mudar os resultados, desta forma a única maneira é deixá-las no passado e pedir perdão, se perdoa.
 
            Mas por outro lado, há muitas situações em nossa vida que podemos mudar e não depende do outro mais sim de nós mesmo.   Perdoar - se e perdoar a outros, por exemplo. Tomar atitudes de dar o primeiro passo em busca de ajuda. Aceitar certos comportamentos destrutivos e assim, ir ao encontro de soluções. Conhecer a verdadeira realidade em que em que nos encontramos física e emocional. Quando conhecemos nossa personalidade, certamente, mesmo que determinados traços não há como mudar podemos buscar mecanismos para que esta personalidade não seja nocivo a si e ou a outros.
 
            Enfim, no final da oração está a palavra chave como foi mencionada no inicio. O equilíbrio. A consciência plena da realidade existencial e o domínio dos atos diante a si e a sociedade a qual vive. Pois, quando consegue distinguir entre aquilo que se pode mudar com que não, consegue-se ter uma relação interpessoal e com os outros.
 
            A oração da Serenidade é um ato de Fé e de confiança, pois, estamos professando que acreditamos num Ser transcendental e rogando para Ele ajuda para nossa melhor qualidade de vida.
 
 
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Publicado por Ataíde Lemos em 19/03/2009 às 12h23
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