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Ataíde Lemos
Palavras, uma viagem pelos sentimentos.
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19/06/2011 11h52
Interesses pela legalização da maconha


Tenho lido, assistido varias matérias relacionadas à liberação das drogas. Primeiramente, FHC fazendo sua defesa a liberação da maconha e parece que ela já lhe rendeu benefícios, pois recentemente o STF, deu sua resposta ao permitir passeatas em favor dela ao entender que, não autorizar, está se ferindo o direito de liberdade de expressão, ou seja, estamos caminhando para que alguns líderes liderados por FHC começam a formar opinião quanto sua liberação.


Algo que me surpreende e me deixa apreensivo é ver que as mídias de grandes expressões  têm entrado também neste interesse, pois, estão se destacando e enfatizando em suas matérias jornalísticas falas daqueles que são favoráveis a sua liberação. O que também me surpreende é o silencio da maioria contraria, ou talvez, ela não esteja tendo o espaço nas mesmas mídias para defender a não liberação.


É  importante ressaltar que proibição do uso da droga (maconha) não é uma decisão filosófica, etc, mas é uma decisão política em comum acordo com a questão de saúde pública, ou seja, sua proibição está relacionada aos malefícios de seu uso. Como exemplo, se é constatado que um medicamento (droga) produz muitos efeitos colaterais a ANVISA, proíbe a produção e a venda, ou seja, da mesma forma, a maconha é proibida seu uso devido vários efeitos colaterais em seus usuários e inclusive a dependência. É preciso dizer que seus efeitos colaterais estendem também a família e a sociedade. Ainda ressalto que as conseqüências do uso desta droga, não se restringe ao biológico e psíquico, mas também efeitos sociais. Enfim, é uma droga classificada como perigosa pela Organização  Mundial de Saúde (OMS).


Porém, ao que me parece o interesse nesta legalização tem alguns interesses, pois somente isto seria o motivo para procurar mobilizar a sociedade induzindo-a pedir mudanças na Lei. Vejamos algumas:


1.      Financeiro: Não é de desconhecimento de ninguém que as drogas movimentam milhões e milhões e que estes recursos não retornam em impostos. Evidentemente, seria mais um excelente tributo que rechearia o caixa do Estado, independente as conseqüências de saúde pública que seu uso proporcionaria. Ainda temos que levar em consideração que muitas empresas na área farmacológica lucrariam com sua liberação. Enfim, sua liberação tem interesses financeiro


2.      Interesse social: Todos nós sabemos que o maior consumo de drogas é da classe social de melhor poder aquisitivo. Na verdade, quem sustenta o tráfico de drogas e quem os mantém não são os pobres das favelas ou dos subúrbios, mas sim, os engravatados dos grandes edifícios, da Zona sul do Rio e de outras capitais do Brasil. São os políticos, os artistas, os grandes empresários, etc. Sendo assim, eles também procuram fazer seus lóbis para que esta droga seja liberada.


3.      Político: Evidentemente defender causas produzem benefícios políticos e financeiros, principalmente, aquelas que há uma imensa maioria interessada que se beneficiarão caso seja implementadas, tem retornos políticos. Não há duvidas que esta é uma estratégia são usadas por políticos inteligentes, ou seja, assume-se uma bandeira para formar opinião e assim, obtém retornos tanto político como financeiros pelas empresas que também lucrarão muito.


Enfim, a sociedade precisa estar atento e se acordar, pois é isto que parece estar ocorrendo nesta campanha bem orquestrada e montada por alguns lideres como FHC e outros. Lideres estes que estão nos Três Poderes e que muitos estão sendo financiados por grupos empresariais e políticos.


É necessário que as entidades que atuam nesta área, a comunidade cientifica relacionada à saúde esteja a tenta a esta manobra que se procura fazer e também manifestar suas posições para este movimento que, digo de passagem, não está preocupado com a saúde pública, mas sim, interesses pessoais ou de grupos disseminando esta idéia  e venhamos a legalizar a maconha, pois depois dela será para a legalização da cocaína e assim por diante.


Publicado por Ataíde Lemos em 19/06/2011 às 11h52
 
17/06/2011 12h31
Legalização da Maconha

 

O cigarro (tabaco) possui uma grande quantidade de elementos químicos e já está provado cientificamente que todos que estão ao lado de um fumante acabam inalando os elementos, ou seja, é um fumante passivo, tanto que se tem criado Leis visando coibir fumar em locais fechados. No entanto, estes tipos de Leis não funcionam, pois é impossível fiscalizar. Pois bem, o tabaco é uma droga licita e assim, o fumante se desejar fumar 1, 2, 3, 5 maços por dia ele pode, pois não há restrição.
 
O álcool também é uma droga licita que provoca varias doenças. Para ela não restrição quanto beber passivamente, no entanto, sabemos o mal que ela causa tanto para o usuário dependente quanto para família e a sociedade. Sem duvida, o álcool é uma das piores drogas existentes, porque degrada o dependente, destrói a família e a sociedade e não há cura. Tornar-se um dependente é morrer e matar as pessoas aos poucos. No entanto, é uma droga que pode se beber a vontade, ou seja, se uma pessoa quiser tomar um tonel de álcool por dia não há nenhum problema.
 
Também é preciso ressaltar que o País gasta milhões e milhões de reais conseqüente das doenças causadas por estas duas drogas licitas. Gasta no tratamento do câncer derivado do tabaco e do álcool e tantas outras de ordem psíquicas causadas indiretamente por estas drogas.
 
Fiz este comentário inicial para falar sobre a maconha, uma droga ilícita que tem causado destaque na mídia e até representações judiciais para que procure liberar seu consumo. Como também coloquei acima, a licitude de uma droga dá o direito de consumir a vontade e sem moderação, mesmo que o Estado tente impedi-lo com Leis e normas. Enfim, não há como limitar o consumo.
 
Abaixo estão citados os efeitos da maconha:
 
Principais efeitos
 
 
Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis e estão intimamente ligados à dose utilizada, concentração de THC na erva consumida e reação do organismo do consumidor com a presença da droga.
 
Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minuto).
 
Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.
 
O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.
 
Os efeitos psíquicos são os mais variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.
 
Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano. (Por Eliene Percília Equipe Brasil Escola.). Ainda há dados científicos relatando que o uso da maconha pode causar esquizofrenia e também desencadear doenças psiquiátricas em pessoas que tem predisposição a alguma doença mental.
 
Pois bem, com a proibição do uso da maconha seu consumo é limitado, haja vista que o usuário tem que tomar os devidos cuidados para que não seja pego por autoridades policiais. No entanto ela sendo licita terá seu consumo em alta escala, e também não só os usuários, mas todos que estiverem próximos a eles, pois haverá os fumantes passivos também. Repito, a partir da droga liberada não há como ter controle sobre seu uso, mesmo que se tente passar isto para a sociedade. Se hoje, procura-se a todo custo reduzir o numero de fumantes, porque liberar a maconha, sendo que suas conseqüências são ainda mais graves do que o tabaco? Pois além das complicações orgânicas – como o tabaco – ainda há os efeitos psíquicos e sociais.
 
As pessoas, a sociedade não pode ser induzida ao erro por aqueles que lucrarão com sua legalização (Estado e outros). Não podem ser induzidos por aqueles que fumam maconha, ou simplesmente por aqueles que são papagaios dos ideólogos favoráveis a sua legalização. É preciso ouvir os profissionais da área de saúde. É preciso ouvir as entidades que atuam no tratamento as drogas. É necessário estar atendo vários segmentos. Enfim, é preciso entender que uma droga não se torna ilegal simplesmente por vontade de alguns, mas pelas comprovações de seus efeitos seja naquele que usa ou para toda sociedade de um modo geral. Hoje dizemos que a pior droga existe é o álcool e uma das razões porque é licita, amanhã poderemos dizer que a pior droga que há é a maconha, pela mesma razão; pense nisto.
 
Ataíde Lemos
Escritor e poeta 
Autor dos livros Drogas um vale escuro e grande desafio para familia 
O Amor Vence as Drogas

Publicado por Ataíde Lemos em 17/06/2011 às 12h31
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original.
 
27/05/2011 09h49
Internação de dependentes adotada pela Cidade do Rio de Janeiro

Assisti ontem (26/05/2011) uma matéria no Jornal Nacional, onde a Prefeitura do Rio de Janeiro vai internar os dependentes químicos que ficam se drogando na cidade. Para os leigos ou familiares que tenham seus filhos nas ruas se drogando pode parecer ser um alivio ou uma medida que veio tarde. Pois, ela vem empacotada de um recheio gostoso, ou seja, o governo diz que vai interná-los para tratamento. Porém, acredito que a imensa maioria daqueles que atua nesta área ficou indignada com a medida e sou uma destas.

Pois bem, qualquer pessoa que atua nesta área sabe que não há tratamento involuntário. Quantos noticiários se têm de entidades que para manter seus pacientes dependentes involuntariamente usam de disciplina rígidas e até mesmo de violência? Quantas entidades que para manter uma pessoa internada involuntariamente mantém seus pacientes dopados 24 horas? Com esta medida agora não serão as entidades sociais privadas que usarão destes expedientes, mas sim o Estado.

Não quero com este comentário me solidarizar com os dependentes que não querem se tratar, ou ir contra os familiares que vivem esta situação, mas sim, como alguém que conhece esta realidade, não posso omitir minha posição, por trabalhar a mais de 13 anos no tratamento de dependentes químicos e ter ciência da grande mentira que a prefeitura do Rio está passando para a sociedade.

Há muitas maneiras de se trabalhar o tratamento de dependentes químicos sem usar do expediente que estão propondo como, por exemplo, dar atenção às famílias que tem dependente químico; dar apoio às entidades que atuam nesta área tanto na abordagem de dependentes nas ruas como as que dão tratamentos. Criar hospitais dias (HD) para atender dependentes químicos, ou seja, há muitas maneiras do Estado interferir e dar assistências sem a necessidade de prende-los para exigir que eles se tratem.

O que me parece estar por trás desta medida é limpar a cidade, pois de fato, é duro olhar para alguns lugares públicos, no centro da cidade maravilhosa e ver o retrato da incompetência, da vergonha e da desumanidade onde maltrapilhos estão vivendo uma vida sub-humana, sujando-a e enfeiando-a É preciso fazer alguma coisa para deixar a cidade bonita e jogar o lixo debaixo do pano.

Acredito que esta medida que a cidade do Rio quer adotar deve servir para que as entidades sociais que atuam nesta área levantem suas bandeira para exigir do Estado políticas públicas e o cumprimento delas, para que de fato, possa  ser promovido a  assistência para estes doentes (dependentes) como os seus familiares e assim, conseguirem livrarem-se deste câncer (drogas) que tem destruído as famílias e a sociedade.

É importante refletir que, se as entidades que atuam nesta área continuarem fazer seus trabalhos silenciosos, sem cobrarem dos poderes públicos o cumprimento constitucional em relação à Saúde o caos das drogas devem aumentar gradativamente e ai medidas como estas anunciadas e até piores ocorrerão. Nós que atuamos nesta área em amor a estes doentes, não podemos omitir nossa responsabilidade se mobilizando para exigir dos governantes políticas sérias em relação às drogas.

 

 


Publicado por Ataíde Lemos em 27/05/2011 às 09h49
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original.
 
28/04/2011 21h49
Internação involuntária
É comum assistirmos matérias jornalísticas sobre denuncias ocorridas em comunidades terapêuticas. Como diretor de uma de comunidade, infelizmente, sou obrigado a confirmar que isto ocorre em algumas comunidades e se deve a internação involuntária.
 
São comuns algumas comunidades oferecerem internações voluntárias e involuntárias e muitas delas, são entidades que possuem bons atrativos tanto para a família como para os dependentes cobrando assim, altas mensalidades. Muitas famílias na necessidade, no desespero e ao ver boa apresentação da entidade acaba internando seus entes. Porém, algumas delas para manter tais mensalidades e, a partir do fato de que tais recuperandos (clientes) não querem permanecer no tratamento usam da violência para segura-los, pois se assim não fizer estes clientes desestabilizam a instituição, bem como, tais métodos acabam servindo de exemplo para os demais. Outros agem diferentes, ou seja, mantém seus clientes dopados através de psicotrópicos, medicamentos estes que geram dependência e também podem causar distúrbios mentais irreversíveis
 
Sempre coloco que pode haver internação involuntária, porém dificilmente ou quase impossível haver recuperação involuntária. No entanto, uma internação involuntária tem consequências, e isto ocorre tanto nas entidades pobres que fazem internação involuntária como há nas clinicas ricas, ou seja, aquelas onde são internados filhos de deputados, grandes empresários, artistas, etc, etc.
 
Já ouvi vários relatos de dependentes que passaram por entidades onde contam que uma das formas também usadas para manterem seus clientes involuntariamente é fazer vista grossa em relação ao consumo de drogas nelas. Infelizmente, isto é degradante, mas não é absurdo, pois para não perderem clientes algumas entidades podem facilitar o uso de drogas.
 
Enfim, deixar as drogas é uma questão de vontade, e buscar internação também deve acontecer voluntariamente. Sabemos que é difícil para os familiares ver um filho ser consumido pelas drogas e que ela faria qualquer para por um fim, até mesmo interná-lo numa entidade contra a própria vontade do dependente, no entanto, seu coração sofrerá da mesma forma e ainda com um sentimento de revolta contra a entidade por pagar altas mensalidades e ainda saber que seu ente sofre maus tratos. Por tanto, às vezes é melhor buscar outros meios procurando ajudar através de instituições publicas ou privadas e assim saber como proceder. Buscar orientações por meio de profissionais da área como psicólogos. Também buscar ajuda nos grupos de mutua ajuda para famílias e assim agir corretamente para convencer ou estar preparada para quando o ente pedir ajuda e assim, não tomar medidas sobre a emoção para depois se arrepender.

 

Publicado por Ataíde Lemos em 28/04/2011 às 21h49
 
10/04/2011 20h16
Tratamento involuntário para dependência química

Sempre tenho colocado que internação para tratamento de dependência química involuntária não resolve, ou seja, não leva a pessoa a deixar as drogas, pois tratar-se de dependência química exige vontade própria; exige determinação; exige consciência de que precisa sair das drogas. Enfim, o tratamento a dependência exige uma decisão do dependente.


 


Em mais de treze anos atuando no tratamento, até hoje nunca vi um adolescente, jovem ou mesmo adulto entrarem na entidade involuntariamente conseguiram vencer as drogas, pois eles deram um jeito de sair de varias formas como fugindo ou manipulando seus familiares que estavam sendo maltratados na entidade, ou ainda, se fazendo de curados, enfim, criando varias situações que o levaram a abortarem o tratamento.


 


Quantas e quantas vezes passamos constrangimentos por tentarmos manter um recuperando na entidade sem à vontade dele. Quando uma pessoa está em tratamento através de internação e não quer ele desestabiliza toda a entidade; apronta com os membros; arruma confusão com os coordenadores; não cumpre as regras estabelecidas, ou seja, ele se torna uma pessoa indesejada por todos, além do que, ainda acaba levando outros abandonarem também o tratamento.


 


Portanto, como colocado em outros artigos somente há duas formas de manter uma pessoa involuntária numa entidade ou clinica para tratamento, isto é, ou se mantém a base de medicamentos ou com uma disciplina muito rígida. No entanto, estas duas alternativas não vão fazer com que este dependente saia das drogas, pois a rigidez acaba provocando violência, fato que jamais pode ocorrer e o medicamento pode levar o dependente tanto se tornar dependente destas drogas ou ainda desencadear uma doença psiquiátrica irreversível.


 


Mas ai fica o questionamento: o que fazer? Deixar morrer nas drogas? Evidentemente que não se deve permitir que um filho, um ente morre nas drogas mantendo-se inerte, ou seja, é preciso agir. No entanto, esta ação deve ser através de busca de instituições que podem ser governamentais ou privadas que atuam nestas áreas. Também é importante que os pais procurem entidades de suporte como o Amor Exigente, Pastoral da Sobriedade e tantos outros grupos que lhe possam dar suporte emocional e informações de como agir para ajudar seus entes a procurarem tratamento.


 


Varias entidades de tratamento de dependência química que paralelamente possuem grupos de resgate, onde através de casas de apoio aos dependentes químicos fornecem alimentação, banhos e que através destas ações também fazem um trabalho de convencimentos para que aqueles passam por elas busquem tratamento, porém de forma voluntária. Entidades que no primeiro momento curam as feridas, mas que através de uma pedagogia de acolhimento levam estes dependentes despertarem para o tratamento.


 


Portanto, o procedimento correto para familiares que estão desesperados com seus filhos nas drogas e não querem se tratar é procurar ajuda nas instituições públicas ou entidades para possam ter assistência profissional ou de pessoas que passam ou passaram pela mesma situação e assim, encontrar as ferramentas corretas para convencer seus entes a buscarem tratamentos. Enfim, jamais pode perder a esperança ou abandonar seus entes a própria sorte.


 


Ataíde Lemos


Escritor, poeta


Autor dos livros Drogas um vale escuro e grande desafio para família


O Amor Vence as Drogas


Publicado por Ataíde Lemos em 10/04/2011 às 20h16



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